Conhecer Direito:
Mais de uma década ressignificando o acesso à Justiça.
O maior projeto de educação para cidadania do Brasil é uma iniciativa das Defensorias Públicas do Distrito Federal e da União, com o apoio de parceiros institucionais que acreditam no poder transformador da educação como instrumento de emancipação social. Trata-se de uma formação gratuita, on-line e permanente, concebida para qualquer pessoa interessada em compreender melhor seus direitos e deveres, independentemente de idade, local de residência, escolaridade ou área de atuação profissional.
Disponível na plataforma Easjur EaD, o curso reúne 70 horas de conteúdo multidisciplinar, estruturado para dialogar com a vida real das pessoas. Os temas abordam fundamentos jurídicos, cidadania, ética, direitos humanos, vida digital, relações sociais, preparação para vestibulares e preparação para o mundo do trabalho, sempre com linguagem acessível e foco na aplicação prática do conhecimento. Ao adotar o formato on-line, o projeto rompe barreiras geográficas e institucionais, amplia o acesso ao saber jurídico básico e permite que cidadãos de todo o país aprendam no próprio ritmo, de acordo com suas realidades e necessidades.
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Unidade Temática 1
Módulo 01 - Direitos e Cidadania: Educação para a vida real
Módulo 01 - Direitos e Cidadania: Educação para a vida real
Ementa Oficial
Facilitadores: Prof.ª. Sharlene Leite, Dr. Fabrício Rodrigues, Dr. Evenin Ávila, Dr. Fábio Francisco Estevez, Patrícia Vieira, José Henrique, Prof.ª Juliana Galvão – Sofista, Dr. Edson Marques, Prof.ª Diene Ellen
Duração Total: 07:19:21
Aulão: Brasil em movimento - Cidadania Ativa
Aulão: Brasil em movimento - Cidadania Ativa
Prof.ª. Sharlene Leite (Apresentação)
- ○ (01:52) Ensinamento - Adélia Prado
- ○ (07:57) Art. 205 - CF 1988
Dr. Fabrício Rodrigues
- ○ (14:50) O que é a Defensoria Pública do DF faz?
- ○ (17:22) Como a Defensoria Pública do DF atua?
- ○ (17:46) Você pode falar com a Defensoria Pública!
- ○ (18:35) A Defensoria Pública acredita no diálogo e na cultura de paz
- ○ (19:51) A DPDF está perto de você!
- ○ (22:23) Educação em direitos como valor prioritário
- ○ (30:24) Projeto “Conhecer Direito”
Dr. Evenin Ávila
- ○ (34:40) Conhecer Direito
- ○ (2:12:45)
Dr. Fábio Francisco Estevez
- ○ (47:18) Convenção Eliminação Discriminação Mulher (1979/1981); Convenção Belém do Pará (1994); Convenção Pessoas Idosas (2015); Crianças; Discriminação Racial (1969/1996); Racismo (2021); Deficiência (2009).
- ○ Lei Maria da Penha; Estatuto da Pessoa Idosa; PCD; Igualdade Racial; Índio; ECA.
Justiça brasileira:
Protocolos Gênero (Res. 492/23), Pessoas Idosas (Res. 520/23), Acessibilidade (Res. 401/21), Situação de Rua (Res. 425/21), Primeira Infância (Res. 470/22). Interseccionalidades (Raça, Gênero, etc.). Sistema Interamericano (Comissão e Corte IDH).Patrícia Vieira
Prof.ª. Sharlene Leite
- ○ (1:47:22) Subjetividade e Identidade (Música “Pais e Filhos”)
- ○ (3:04:26) Introdução, Desenvolvimento e Conclusão
- ○ (3:55:45) | (4:21:25)
Prof. José Henrique / Dr. Edson Marques (DPU)
Prof.ª Diene Ellen - IFB
Prof.ª Juliana Galvão – Sofista
○ (4:23:53) Tudo sobre o PAS/UNB: 4.213 Vagas. Sistema de concorrência (50% vagas PAS).
Aula 01 – Parte 01 - Apresentação da instituição DPF
Aula 01 – Parte 01 - Apresentação da instituição DPF
Dr. Fabrício Rodrigues
- ○ Apresentação da Instituição DPDF
Aula 01 - Parte 02 - Critérios Básicos para o Atendimento
Aula 01 - Parte 02 - Critérios Básicos para o Atendimento
Dr. Fabrício Rodrigues
- ○ Critérios Básicos para Atendimento
- ○ (0:36) Vulnerabilidade econômica
- ○ (0:59) Vulnerabilidade social
- ○ (1:24) Vulnerabilidade jurídica
- ○ (1:43) Documentos essenciais
- ○ Documento de identidade
- ○ CPF
- ○ Comprovante de rendimento
- ○ Extratos e movimentação bancária
- ○ Declaração do último imposto de renda
- ○ O que a DPDF não faz
Aula 01 - Parte 03 - Acesso ao 129
Aula 01 - Parte 03 - Acesso ao 129
Dr. Fabrício Rodrigues
- ○ Acesso ao 129
- ○ (0:42) Objetivo principal
- ○ (1:50) Ramais de atendimento
Aula 01 - Parte 04 - Acesso aos Núcleos Regionais
Aula 01 - Parte 04 - Acesso aos Núcleos Regionais
Dr. Fabrício Rodrigues
- ○ Acesso aos Núcleos Regionais
- ○ Brasília
- ○ Águas Claras e Vicente Pires
- ○ Brazlândia
- ○ Ceilândia
- ○ Gama
- ○ Guará
- ○ Itapuã
- ○ Núcleo Bandeirantes
- ○ Paranoá
- ○ Planaltina
- ○ Recanto das Emas
- ○ Riacho Fundo
- ○ Samambaia
- ○ Santa Maria
- ○ São Sebastião
- ○ Sobradinho
- ○ Taguatinga
Aula 01 - Parte 05 - Acesso aos Núcleos Especializados
Aula 01 - Parte 05 - Acesso aos Núcleos Especializados
Dr. Fabrício Rodrigues
- ○ Núcleos Especializados
- ○ Infância e Juventude
- ○ Execução de Medidas Socioeducativas
- ○ Família
- ○ Saúde
- ○ Audiência de custódia e tutela coletiva dos presos provisórios
- ○ Defesa do consumidor
- ○ Direitos humanos
- ○ Defesa da mulher
- ○ Execuções penais
- ○ Fazenda Pública
- ○ Juizados especiais cíveis, criminais e de violência doméstica
- ○ Segundo Grau e Tribunais Superiores
- ○ Atendimentos iniciais
- ○ Demandas específicas do fórum Júlio Mirabete
- ○ Vara de precatórias
- ○ Vara de registros públicos
- ○ Vara de ações previdenciárias e de falências
- ○ Recuperações judiciais
- ○ Insolvência civil
- ○ Litígios empresariais do DF
Aula 01 - Parte 06 - Acesso ao Plantão
Aula 01 - Parte 06 - Acesso ao Plantão
Dr. Fabrício Rodrigues
- ○ Plantão
- ○ (0:58) Ações atendidas no plantão
Aula 01 - Parte 07 - Acesso ao Itinerante
Aula 01 - Parte 07 - Acesso ao Itinerante
Dr. Fabrício Rodrigues
- ○ Defensoria Itinerante
- ○ Carretas
- ○ Vans
Aula 01 - Parte 08 - Acesso aos Projetos
Aula 01 - Parte 08 - Acesso aos Projetos
Dr. Fabrício Rodrigues
- ○ Projetos
- ○ (0:37) Dia da mulher
- ○ (1:32) Quarta do cidadão
- ○ (2:18) Defensoria nas escolas
Aula 01 - Parte 09 - Acesso à Escola de Assistência Jurídica (Easjur)
Aula 01 - Parte 09 - Acesso à Escola de Assistência Jurídica (Easjur)
Dr. Fabrício Rodrigues
- ○ Escola de Assistência Jurídica (Easjur)
- ○ (1:16) Projeto Conhecer Direito
- ○ (2:24) Laboratório Júnior de Inovação e Tecnologia (LJIT)
Aula 01 - Parte 10 - Acesso à Subsecretaria de Mediação e Cultura de Paz (SEMED)
Aula 01 - Parte 10 - Acesso à Subsecretaria de Mediação e Cultura de Paz (SEMED)
Dr. Fabrício Rodrigues
- ○ Subsecretaria de Mediação e Cultura de Paz (SEMED)
- ○ (1:38) Casos atendidos pela SEMED
- ○ (2:18) Casos não atendidos pela SEMED
Aula 02 - parte 01 - Tudo sobre o Programa de Avaliação Seriada da Universidade de Brasília (PAS/UnB
Aula 02 - parte 01 - Tudo sobre o Programa de Avaliação Seriada da Universidade de Brasília (PAS/UnB
Juliana Galvão
- ○ Tudo sobre o Programa de Avaliação Seriada da Universidade de Brasília (PAS/UnB)
- ○ Quem eu sou?
- ○ (1:15) O que é a Sofista?
- ○ (1:48) Vamos conhecer a UnB?
- ○ Darcy Ribeiro - Asa Norte
- ○ ICC
- ○ IREL
- ○ FACE
- ○ FD
- ○ (2:44) FCE - Campus Ceilândia
- ○ (2:56) FUP - Campus Planaltina
- ○ (3:06) FGA - Campus Gama
- ○ (3:40) Por que escolher a UnB?
- ○ Economia
- ○ Flexibilidade de horário
- ○ Jornada acadêmica personalizada
- ○ Mercado de trabalho
- ○ Contato com professores renomados
- ○ Intercâmbios
Aula 02 - Parte 02 - Tudo sobre o Programa de Avaliação Seriada da Universidade de Brasília (PAS/UnB)
Aula 02 - Parte 02 - Tudo sobre o Programa de Avaliação Seriada da Universidade de Brasília (PAS/UnB)
Juliana Galvão
- ○ Tudo sobre o Programa de Avaliação Seriada da Universidade de Brasília (PAS/UnB)
- ○ (0:14) O que é o PAS?
- ○ (0:42) Quem pode fazer?
- ○ (2:30) Principais benefícios do PAS
- ○ (3:03) Conteúdo menor
- ○ (3:08) Oportunidade de melhoria
- ○ (3:46) Concorrência menos injusta
- ○ (4:21) Maior quantidade de vagas
- ○ (4:51) Concorrência menor
- ○ (6:02) O que cai na prova?
- ○ (9:31) Quanto vale?
- ○ (13:16) Critérios de eliminação
- ○ (15:15) Como e quando se inscrever
Aula 03 - Temas da Redação do ENEM: Análise e Reflexão
Aula 03 - Temas da Redação do ENEM: Análise e Reflexão
Prof.ª. Sharlene Leite
- ○ Temas da Redação do ENEM: Análise e Reflexão
- ○ Apresentação
- ○ (1:10) Temas transversais
- ○ Temas contemporâneos transversais na BNCC
- ○ (1:54) Meio ambiente
- ○ Economia
- ○ Saúde
- ○ Ciência e Tecnologia
- ○ Cidadania e civismo
- ○ Multiculturalismo
- ○ Tecnologia e relações humanas
- ○ Solidão
- ○ A construção da identidade
Aula 04 - Caminhos Para Igualdade Racial
Aula 04 - Caminhos Para Igualdade Racial
Dr. Fábio Francisco Esteves - Juiz de Direito
- ○ Audiodescrição
- ○ Apresentação
- ○ (2:23) Raça
- ○ Perspectiva biológica
- ○ (3:21) Perspectiva sociopolítica
- ○ (15:57) 1ª Parte: Caminhos para igualdade racial
- ○ Sociedade pós-escravista x sociedade pós-racista
- ○ (19:00) Antecedentes
- ○ (23:46) Criminalização
- ○ (29:00) Branqueamento
- ○ (40:05) Favelização
- ○ (41:25) Racismo estrutural
- ○ (43:09) 2ª Parte: E a tal democracia racial?
- ○ (45:07) Como nós vemos o racismo?
- ○ O que é a discriminação racial?
- ○ Discriminação indireta
- ○ Discriminação múltipla ou agravada
- ○ Dimensões do racismo
- ○ (1:11:53) 3ª Parte: Como sustentar o racismo?
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Unidade Temática 2
Módulo 02 - Direito de Família e Dilemas Sociais
Módulo 02 - Direito de Família e Dilemas Sociais
Ementa Oficial
Facilitadores: Prof. José Henrique Fonseca, Prof.ª Lúcia Helena Galvão, Dra. Cecília Ávila, Dr. Túlio, Dra. Amanda Fernandes, Dra. Andréia Susi
Duração Total: 04:17:47
Aula 01 - Parte 01 - Ser humano é ser generoso
Aula 01 - Parte 01 - Ser humano é ser generoso
José Henrique da Fonseca
- ○ Ser humano é composto de três aspectos
- ○ soma
- ○ psique
- ○ nous
- ○ (5:22) Consciência
- ○ (14:35) Indivíduo
- ○ (16:51) Generosidade
- ○ (24:15) O que significa dar?
- ○ (27:30) São Francisco de Assis
- ○ (38:44) Generosidade → sentimento elevado → amor em servir
- ○ Boa vontade → felicidade
- ○ (40:50) “Epístola aos Coríntios” Paulo
Aula 01 - Parte 02 - A importância das virtudes na harmonia da sociedade
Aula 01 - Parte 02 - A importância das virtudes na harmonia da sociedade
Lúcia Helena Galvão
- ○ O que é virtude?
- ○ (1:37) Etimologia
- ○ (3:20) Discernimento
- ○ (11:05) Ânimo de aprendiz
- ○ (13:39) Responsabilidade
- ○ (19:14) Aceitação
- ○ (22:27) Paciência, autocontrole e determinação
- ○ (24:18) Autoestima e esperança
- ○ (28:08) Empatia
- ○ (30:02) Motivação
- ○ (32:38) Vontade e serenidade
- ○ (34:31) Coragem, lucidez e a “gangorra” mente/emoções
- ○ (37:25) Dramatizar, organizar-se, analisar recursos, conservar o positivo, mudar posturas (mesmas causas levam à mesmos efeitos)
- ○ (39:49) Meta: expandir sem perder o centro (virtudes)
- ○ (41:58) Kintsugi (emenda de ouro)
- ○ (43:40) Fraternidade
Aula 2 - Parte 01 - Videocast sobre Direito de Família: Você não sabe? A Defensoria te ensina!
Aula 2 - Parte 01 - Videocast sobre Direito de Família: Você não sabe? A Defensoria te ensina!
Dra. Cecília Ávila
- ○ Apresentação
- ○ (1:21) Quando uma criança nasce, o que é preciso fazer para garantir os seus direitos? O que é, exatamente, essa tal filiação?
- ○ (4:23) Quando a criança cresce, o que acontece com os direitos dela, como funciona a questão da pensão alimentícia?
- ○ (9:52) E quando o adolescente completa 18 anos? O que acontece?
- ○ (14:42) E se a pessoa que paga a pensão perder o emprego ou tenha mais filhos durante o período?
- ○ (19:50) E o contrário, se a pessoa melhorar sua condição de vida?
- ○ (23:48) O que é preciso que os jovens saibam sobre casamento, união estável, divórcio?
- ○ (30:07) Na separação, como fica a questão da guarda dos filhos?
- ○ (34:45) Mensagem final
Aula 02 - Parte 02 - Os dilemas sociais do conto "Maria", da autora Conceição Evaristo, e a vivência prática da Defensoria
Aula 02 - Parte 02 - Os dilemas sociais do conto "Maria", da autora Conceição Evaristo, e a vivência prática da Defensoria
Prof.ª. Sharlene Leite, Dra. Cecília Ávila, Dra. Andréia Susi Leardini
- ○ Apresentação
- ○ (1:42) Texto: “Maria” (Conceição Evaristo)
- ○ (12:28) Qual é a relação que você vê no seu dia-a-dia com o conto “Maria”?
- ○ (18:10) Quais as consequências quando uma criança vulnerável engravida?
- ○ (25:35) Casos reais
- ○ (32:30) Como a mulher se torna mais vulnerável diante desse contexto de desinformação?
Aula 02 - Parte 03 - Impactos da estrutura familiar no Brasil
Aula 02 - Parte 03 - Impactos da estrutura familiar no Brasil
Prof.ª. Sharlene Leite, Dra. Cecília Ávila, Dra. Andréia Susi Leardini
- ○ Família
- ○ (2:24) Bate e volta: Guarda dos filhos:
- ○ (3:18) de quem é a guarda?
- ○ (5:30) guarda compartilhada
- ○ (7:21) guarda unilateral
- ○ (7:39) guarda alternada
- ○ (9:56) Qual o papel da Defensoria Pública no combate a violência contra a mulher no meio de tanto litígio?
- ○ (12:13) Ressignificar o acesso à justiça
- ○ (17:02) Recapitulação
Aula 03 - Parte 01 - O diálogo também resolve
Aula 03 - Parte 01 - O diálogo também resolve
Dra. Cecília Ávila
- ○ Audiodescrição Dra. Cecília
- ○ (0:28) O diálogo também resolve
- ○ Nem todo problema precisa virar processo: o diálogo também resolve!
- ○ Você já viu um problema simples virar processo por falta de diálogo? Já pensou em se dava pra resolver de outra forma?
- ○ (0:55) A importância do diálogo para evitar processos:
- ○ Muitos conflitos do dia-a-dia podem ser resolvidos sem precisar da Justiça
- ○ O processo judicial é demorado, desgastante e pode romper vínculos familiares e sociais
- ○ A Defensoria Pública atua, também, para orientar e promover acordos extrajudiciais
- ○ (02:05) O que é a hiperjudicialização?
- ○ Quando problemas simples acabam se tornando ações judiciais desnecessárias, aumentando os gastos de recursos públicos, o tempo de solução e o desgaste emocional
- ○ (02:36) Exemplos reais de como o diálogo resolve:
- ○ Família: pai se recusa a devolver filhos após visita. Defensoria interveio com diálogo e o pai respeitou os acordos, sem necessidade de processo.
- ○ (4:26) Sucessões: Irmãos brigam pela herança dos pais. Falta de informação sobre inventário em cartório gerou processo demorado e afastamento familiar
- ○ (5:34) Civil: Vazamento em apartamento virou processo judicial. Uma simples conversa ou mediação poderia ter evitado a ação e preservado a boa convivência.
- ○ (6:25) Aprendizado-chave:
- ○ O diálogo orientado é o primeiro e melhor passo para resolver conflitos
- ○ A Defensoria Pública pode ajudar a encontrar soluções sem precisar judicializar os casos recebidos
- ○ Evitar processos desnecessários protege a sua saúde emocional, financeira e seu laços familiares
- ○ Em caso de dúvida ou conflitos, procure a Defensoria Pública: 129
Aula 03 - Parte 02 - Solução de conflitos: Atuação administrativa da Defensoria
Aula 03 - Parte 02 - Solução de conflitos: Atuação administrativa da Defensoria
Dra. Cecília Ávila
- ○ (0:35) Exemplos de soluções administrativas pela Defensoria Pública:
- ○ Civil: consumidor concluiu troca eletrodoméstico defeituoso com o apoio da Defensoria, via Procon e SAC, sem processo
- ○ (1:36) Saúde: idosa precisou de cirurgia urgente; a Defensoria resolveu com ofício à Secretaria de Saúde, sem ação judicial
- ○ (2:35) Educação: criança obteve vaga em creche pública após intervenção direta da Defensoria junto à Secretaria de Educação.
- ○ (3:26) Importante:
- ○ soluções rápidas e eficientes, evitando a demora e o desgaste de processos judiciais
- ○ (3:56) Atuação Administrativa da Defensoria Pública:
- ○ Envio de ofícios e comunicações a órgãos públicos e privados
- ○ Contatos diretos com autoridades para resolver situações emergenciais
- ○ Orientação jurídica para promover soluções rápidas
- ○ Justiça não é apenas processo:
- ○ Mediar, orientar, prevenir e construir soluções eficientes também e fazer justiça
- ○ (4:54) Aprendizado-chave:
- ○ Justiça também acontece fora do tribunal por meio de soluções administrativas
- ○ Muitas vezes, um problema é resolvido mais rápido sem precisar de um processo
- ○ A Defensoria Pública está pronta para atuar com eficiência em favor do seu direito
- ○ Em caso de dúvidas, ligue 129 e encontre o melhor caminho para proteger seus direitos.
Aula 03 - Parte 03 - Rompendo ciclos de vulnerabilidade: A força da educação em direitos
Aula 03 - Parte 03 - Rompendo ciclos de vulnerabilidade: A força da educação em direitos
Dra. Cecília Ávila
- ○ Você já viu na sua família ou comunidade situações difíceis que se repetem geração após geração?
- ○ Como a educação pode mudar essa história?
- ○ (0:32) Exemplos que mostram a transformação pelo conhecimento:
- ○ Família
- ○ Cível
- ○ Criminal
- ○ (4:26) A informação desperta a consciência crítica e abre caminhos para novas possibilidades
- ○ O cidadão decide de forma inteligente
- ○ (4:44) O que são ciclos negativos intergeracionais?
- ○ (5:30) Como romper tais ciclos?
- ○ (6:31) Aprendizado-chave
Aula 03 - Parte 04 - Políticas públicas afirmativas e o projeto Conhecer Direito
Aula 03 - Parte 04 - Políticas públicas afirmativas e o projeto Conhecer Direito
Dra. Cecília Ávila
- ○ Como o projeto Conhecer Direito amplia o acesso a direitos e oportunidades?
- ○ (0:17) Exemplos de transformação pelo projeto Conhecer Direito:
- ○ Juventude
- ○ (1:43) Educação e sonhos
- ○ (2:44) O que são Políticas Públicas Afirmativas?
- ○ (3:44) Por que existem?
- ○ (5:18) Aprendizado-chave
Aula 03 - Parte 05 - Cartilhas da Defensoria Pública: Informação para transformar vidas
Aula 03 - Parte 05 - Cartilhas da Defensoria Pública: Informação para transformar vidas
Dra. Cecília Ávila
- ○ Cartilhas da Defensoria Pública: Informações de Qualidade para Transformar Vidas
- ○ Exemplos de transformação pelo acesso à informação:
- ○ (0:58) Violência doméstica
- ○ (1:36) Pessoa com deficiência
- ○ (2:32) Saúde
- ○ (3:08) Sobre as cartilhas da Defensoria Pública
- ○ (3:56) Aprendizado-chave
Aula 04 - Parte 01 - Educação financeira e escolha de regime de bens
Aula 04 - Parte 01 - Educação financeira e escolha de regime de bens
Dr. Túlio
- ○ Apresentação: audiodescrição
- ○ Família e patrimônio: o que você precisa saber para evitar conflitos
- ○ (3:12) Recapitulando
- ○ Casados em comunhão parcial de bens
- ○ João, vítima de golpe financeiro, contraiu dívidas fraudulentas
- ○ Dívida atingiu também Alice, gerando brigas e separação
- ○ A falta de diálogo e de educação financeira agravou o conflito
- ○ (3:39) Como proteger sua família
Aula 04 - Parte 02 - Responsabilidade na fiança e proteção de patrimônio
Aula 04 - Parte 02 - Responsabilidade na fiança e proteção de patrimônio
Dr. Túlio
- ○ Responsabilidade por assumir uma fiança e a proteção do patrimônio
- ○ (2:14) Caso prático
- ○ Antônio aceitou ser fiador de um amigo no aluguel do imóvel
- ○ O amigo não pagou os aluguéis e a casa do fiador foi penhorada
- ○ A fiança foi assumida sem análise dos riscos e sem o conhecimento da esposa
- ○ Dependendo do regime de bens, o cônjuge precisa concordar expressamente
- ○ (3:52) Antes de ser fiador, lembre-se
Aula 04 - Parte 03 - Regularização patrimonial e proteção familiar
Aula 04 - Parte 03 - Regularização patrimonial e proteção familiar
Dr. Túlio
- ○ Responsabilidade patrimonial quando há o falecimento de alguém
- ○ Caso prático
- ○ (2:09) Recapitulando
- ○ Pai comprou imóvel, mas registrou em nome do irmão (tio dos herdeiros)
- ○ Após o falecimento do pai, o tio se recusou a transferir o imóvel
- ○ A família ficou sem proteção patrimonial e sem acesso ao bem
- ○ (2:39) Como proteger o patrimônio da família
Aula 04 - Parte 04 - Regularização imobiliária: Posse x Propriedade
Aula 04 - Parte 04 - Regularização imobiliária: Posse x Propriedade
Dr. Túlio
- ○ Regularização de imóveis
- ○ Caso prático
- ○ (1:54) Recapitulando
- ○ Casal morava há 20 anos em lote sem escritura pública
- ○ Após o divórcio, a justiça esclareceu que só é possível partilhar “direitos possessórios”, não a propriedade
- ○ A ausência de regularização gerou insegurança jurídica
Aula 04 - Parte 05 - Conflitos após partilha de bens
Aula 04 - Parte 05 - Conflitos após partilha de bens
Dr. Túlio
- ○ Conflitos em situação de partilha de bens
- ○ Caso prático
- ○ (2:53) Recapitulando
- ○ Ex-cônjuges partilham imóvel em 50% para cada um
- ○ Sem consenso para a venda ou uso, o imóvel ficou parado e o conflito se agravou
- ○ A venda judicial, anos depois, gerou perda financeira para ambos
- ○ (3:34) Para evitar prejuízos
- ○ (4:18) Dívidas hereditárias
- ○ (4:34) Caso prático
- ○ Recapitulando
- ○ Filhos temiam ter que pagar todas as dívidas deixadas pelo pai
- ○ Os bens deixados não eram suficientes para quitar as dívidas
- ○ Foi esclarecido que só respondem até o valor do patrimônio herdado
Aula 04 - Parte 06 - A atuação da Defensoria Pública além do processo judicial
Aula 04 - Parte 06 - A atuação da Defensoria Pública além do processo judicial
Dr. Túlio
- ○ A atuação da Defensoria Pública além do processo judicial
- ○ Exemplos de soluções sem processo judicial
- ○ (4:12) Vantagens
- ○ (4:27) Aprendizado-chave
- ○ Nem todo problema precisa virar processo judicial
- ○ O diálogo, a mediação e a orientação adequada trazem soluções mais humanas e mais rápidas
- ○ A Defensoria Pública está pronta para escutar, orientar e agir em defesa dos seus direitos
- ○ Em caso de dúvida, ligue 129 e encontre a solução que mais respeita você e sua cidadania
Aula 05 - Introdução e discussão sobre Autismo
Aula 05 - Introdução e discussão sobre Autismo
Dra. Amanda Fernandes
- ○ Autodescrição/Audiodescrição
- ○ (1:39) Autismo, direitos e Defensoria Pública
- ○ (2:50) Ementa
- ○ (3:57) Objetivo
- ○ (6:07) A Defensoria Pública do Distrito Federal
- ○ (8:26) Núcleo de Direitos Humanos (NDH)
- ○ (9:13) Transtorno do Espectro Autista
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Unidade Temática 3
Módulo 03 - Justiça Sustentável e Mundo do Trabalho
Módulo 03 - Justiça Sustentável e Mundo do Trabalho
Ementa Oficial
Facilitadores: Dr. Evenin Ávila, Prof.ª Sharlene Leite, Dra. Cecília Ávila, Luiz Gustavo, Prof.ª Laís, Juliana Galvão
Duração Total: 05:04:21
Aula 01 - Educação, Crime e Poder
Aula 01 - Educação, Crime e Poder
Dr. Evenin Ávila / Prof.ª Sharlene Leite
- ○ (47:03) Constituição Federal, crime e pertencimento.
- ○ Análise do Conto "O Caso da Vara" (Machado de Assis). Relações de poder e violência pedagógica.
- ○ Foucault: Biopoder, Biopolítica e Instituições de Controle.
Infância e Trabalho (Dra. Cecília / Luiz Gustavo / Juliana)
- ○ Situação de risco, abandono de incapaz, acolhimento e adoção.
- ○ Instituto Fecomércio e Jovem Aprendiz. Educação Financeira (Consumo consciente e sonhos).
- ○ PAS na Prática: Obras, tipos de questão (A, B, C, D) e critérios de Redação.
Aula 01 - Educação como Fundamento de uma Justiça Sustentável
Aula 01 - Educação como Fundamento de uma Justiça Sustentável
Dr. Évenin Ávila
- ○ Apresentação
- ○ Como a educação ajuda a evitar o erro e compreender o sistema
- ○ Construção de pertencimento através do conhecimento
- ○ (3:50) Constituição Federal
- ○ (7:29) O que é crime?
- ○ (8:40) Direitos e deveres
- ○ (16:18) Projeto Conhecer Direito
Aula 02 - A Formação do sujeito e as relações de poder na sociedade
Aula 02 - A Formação do sujeito e as relações de poder na sociedade
Prof.ª: Sharlene Leite e Dr. Évenin Ávila
- ○ Apresentação
- ○ (3:39) Importância do Projeto Conhecer Direito
- ○ (4:47) Análise do conto Machado de Assis - O caso da vara
- ○ (23:55) Violência como forma pedagógica
- ○ (27:01) Assujeitamento
- ○ (31:05) Conceitos filosóficos
- ○ Michel Foucault - microfísica do poder
- ○ Biopoder - poder sobre a vida
- ○ Biopolítica do poder - estado, ciência, direito e medicina como controle social
- ○ Instituições de controle: Escola, penitenciárias e hospício
Aula 03 – Parte 01 - A Atuação da Vara da Infância e Juventude
Aula 03 – Parte 01 - A Atuação da Vara da Infância e Juventude
Dra. Cecília Ávila e Dra. Leandra
- ○ Apresentação
- ○ (1:27) Competência da VIJ
- ○ (2:16) Quem é considerado criança e adolescente perante a lei?
- ○ (3:24) O que é situação de risco?
- ○ (8:36) Responsabilidade de cuidado
- ○ (16:01) Abandono de incapaz
- ○ (21:39) Pode bater?
- ○ (27:40) Acolhimento institucional
Aula 03 - Parte 02 - Medidas de Proteção à Infância
Aula 03 - Parte 02 - Medidas de Proteção à Infância
Dra. Cecília Ávila e Dra. Leandra
- ○ Como fazer para tirar o menor do abrigo
- ○ (1:51) Orfanato x abrigo
- ○ (4:03) Advogado particular
- ○ (7:39) Quando as orientações não são unidas
- ○ (22:30) Promessa de mudança
- ○ (24:26) Família substituta
- ○ (26:37) Adoção
- ○ (32:30) Proteção
Aula 04 - Instituto Fecomércio-DF: Porta de Entrada para o Mundo do Trabalho
Aula 04 - Instituto Fecomércio-DF: Porta de Entrada para o Mundo do Trabalho
Luiz Gustavo
- ○ Apresentação - quem é o Instituto Fecomércio
- ○ (1:04) Programa jovem aprendiz
- ○ (5:48) Emprego e cidadania
- ○ (6:43) Site Fecomércio
Aula 05 - Educação Financeira e Tomadas de Decisões Conscientes
Aula 05 - Educação Financeira e Tomadas de Decisões Conscientes
Professora Laís
- ○ Apresentação - Educação financeira
- ○ Conta bancária
- ○ (2:32) conta corrente
- ○ (2:58) conta poupança
- ○ (3:36) conta salário
- ○ (4:02) conta de pagamento
- ○ (4:39) conta universitária ou conta jovem
- ○ (5:17) Cartão de débito e cartão de crédito
- ○ (11:25) Bancos
- ○ (14:24) Como administrar o salário
- ○ (20:01) Consumo consciente
- ○ (23:35) Gastos físicos e gastos variáveis
- ○ (26:50) Por que economizar dinheiro?
- ○ (33:15) Perigo dos jogos de azar
- ○ (37:34) Necessidades x desejos
- ○ (40:38) Sonhos e projetos
Aula 06 – Parte 01 - Obras do PAS: Como Interpretar e Relacionar
Aula 06 – Parte 01 - Obras do PAS: Como Interpretar e Relacionar
Juliana Galvão
- ○ Apresentação
- ○ O que são a obras
- ○ (5:38) Como estudar as obras
Aula 06 - Parte 02 - PAS na Prática: Tipos de Questão e Pontuação
Aula 06 - Parte 02 - PAS na Prática: Tipos de Questão e Pontuação
Juliana Galvão
- ○ Tipos de questões
- ○ Questão tipo A
- ○ (3:21) Questão tipo B
- ○ (4:52) Questão tipo C
- ○ (6:12) Questão tipo D
- ○ (7:30) Parâmetro X
- ○ (9:54) Chutar ou não chutar?
Aula 06 - Parte 03 - Do Rascunho à Aprovação: Redação no PAS
Aula 06 - Parte 03 - Do Rascunho à Aprovação: Redação no PAS
Juliana Galvão
- ○ Redação do PAS
- ○ Apresentação
- ○ (2:38) Aspectos macroestruturais
- ○ (2:58) Legibilidade
- ○ (3:41) Respeito à margem
- ○ (4:41) Indicação de parágrafo
- ○ (5:41) Desenvolvimento do tema
- ○ (8:42) Coesão e coerência textual
- ○ (9:10) O valor pode variar
- ○ (9:17) Exemplos
- ○ (10:21) Aspectos microestruturais
- ○ (10:57) Como é feito o cálculo da nota
- ○ (11:33) O que você não pode fazer
- ○ (12:12) Exemplos
4
Unidade Temática 4
Módulo 04 - Desenvolvimento Profissional e Adoção
Módulo 04 - Desenvolvimento Profissional e Adoção
Ementa Oficial
Facilitadores: Dra. Cecília Ávila, Dra. Leandra, Vitor Correa, Pierre (SENAC), Talita Machado, Prof.ª Laís, Dr. Sérgio Domingos
Duração Total: 05:42:35
Aula 01 - Adoção e Hackeando o Futuro
Aula 01 - Adoção e Hackeando o Futuro
Dra. Cecília Ávila / Dr. Sérgio Domingos
- ○ Conselho Tutelar, Entrega Voluntária e "Adoção à Brasileira".
- ○ ECA: Medidas socioeducativas e o ato infracional.
Vitor Correa / Pierre (SENAC)
- ○ DNA SENAC: IA, Carreiras Geração Z e Empregabilidade.
- ○ Currículo Nota 10, Postura Profissional e Negociação (Propostas e Fechamento).
- ○ Legislação Trabalhista (CTPS, FGTS, Insalubridade) e Inclusão Digital (Windows, Office).
Aula 01 – Parte 01 - Adoção e Afeto: Construindo Laços com Responsabilidade
Aula 01 – Parte 01 - Adoção e Afeto: Construindo Laços com Responsabilidade
Dra. Cecília e Dra. Leandra
- ○ Acolhimento institucional
- ○ (1:56) Conselho tutelar
- ○ (4:35) Adoção
- ○ (10:13) Vedações
- ○ (17:33) Adoção à brasileira
- ○ (20:32) Entrega voluntária
- ○ (25:55) Arrependimento
- ○ (27:44) Devolução
Aula 01 - Parte 02 - Direitos e Deveres da Juventude: O Que Diz o ECA
Aula 01 - Parte 02 - Direitos e Deveres da Juventude: O Que Diz o ECA
Dra. Cecília e Dra. Leandra
- ○ É preciso ter uma renda mínima para adotar?
- ○ (2:14) Origem biológica
- ○ (7:33) Autorização judicial
- ○ (10:52) Infrações
- ○ (13:11) Sexo
- ○ (17:28) Medidas socioeducativas
- ○ (22:45) Criança e ato infracional
- ○ (24:16) Liberação automática?
- ○ (27:13) Cumprimento da medida socioeducativa
- ○ (27:30) Assunção de culpa
Aula 02 – Parte 01 - Hackeando o Futuro: IA, Carreiras e Inovação
Aula 02 – Parte 01 - Hackeando o Futuro: IA, Carreiras e Inovação
Vitor Correa
- ○ Apresentação
- ○ (3:09) Metodologia
- ○ (7:49) Carreiras e a educação profissional do SENAC
- ○ (9:50) Pesquisa - critérios para contratação
- ○ (15:48) Geração Z - trabalho e formação
- ○ (18:49) Formação humana - inovadora e tecnológica
- ○ (21:46) Educação básica e formação profissional
- ○ (23:30) A primeira experiência profissional: jovem aprendiz
- ○ (25:04) O nível superior profissional: tecnólogo
Aula 02 - Parte 02 - Empregabilidade: Currículo e Entrevista
Aula 02 - Parte 02 - Empregabilidade: Currículo e Entrevista
Pierre - SENAC
- ○ Elaboração de currículo e preparação para entrevistas de emprego
- ○ (2:21) Competência: Conhecimento, Habilidades e Atitude
- ○ (14:09) Elaboração de currículo
- ○ (15:26) Dicas
- ○ (23:44) Como construir um currículo
- ○ (30:41) Entrevista de emprego
- ○ (40:24) Postura profissional
Aula 02 - Parte 03 - Negociação: Segurança e Clareza
Aula 02 - Parte 03 - Negociação: Segurança e Clareza
Talita Machado
- ○ Apresentação
- ○ (0:24) Noções básicas de negociação
- ○ (2:13) Tipos de negociação
- ○ (2:41) Estilos
- ○ (3:29) Etapas da negociação: Preparação, Abertura, Exploração, Propostas/Concessões e Fechamento
- ○ (10:47) Leituras recomendadas
Aula 03 – Parte 01 - Redação Nota 1.000!
Aula 03 – Parte 01 - Redação Nota 1.000!
Prof.ª Sharlene Leite
- ○ Apresentação
- ○ Temas contemporâneos transversais na BNCC
- ○ (1:59) Meio ambiente
- ○ (3:19) Economia
- ○ (3:47) Saúde
- ○ (4:06) Ciência e tecnologia
- ○ (4:40) Cidadania e civismo
- ○ (5:43) Multiculturalismo
Aula 03 - Parte 02 - Planejamentos e Temas Subjetivos
Aula 03 - Parte 02 - Planejamentos e Temas Subjetivos
Prof.ª Sharlene Leite
- ○ Proposta subjetiva
- ○ (2:31) Textos motivacionais
- ○ (4:04) Folha de planejamento
- ○ (4:29) Tema
- ○ (4:44) Tese
- ○ (5:37) Argumentos
- ○ (6:32) Introdução
- ○ (9:20) Desenvolvimento
- ○ (17:28) Conclusão
- ○ (19:02) Redação ENEM
Aula 03 - Parte 03 - Planejamento e Leitura de Proposta
Aula 03 - Parte 03 - Planejamento e Leitura de Proposta
Prof.ª Sharlene Leite
- ○ Proposta de redação
- ○ (2:59) Planejamento dissertativo
- ○ (12:04) Como criar uma tese
- ○ (13:06) Qual é o objetivo da prova? Elaboração da tese
- ○ (23:57) Seleção de argumentos
Aula 04 – Parte 01 - Regras de Boa Convivência Profissional
Aula 04 – Parte 01 - Regras de Boa Convivência Profissional
Manuela
- ○ Apresentação
- ○ (1:28) Regras para a convivência socioprofissional
- ○ Fundamentos básicos: empatia, tolerância e paciência
- ○ (7:21) Postura e expressão
- ○ (9:09) Comunicação
- ○ (11:00) Apresentação pessoal
- ○ (14:56) Responsabilidade socioambiental
- ○ (15:48) Recomendações
Aula 04 - Parte 02 - Legislação Trabalhista e Jovem Aprendiz
Aula 04 - Parte 02 - Legislação Trabalhista e Jovem Aprendiz
Laís - Fecomércio
- ○ Apresentação e Direitos Trabalhistas
- ○ Empregador e empregado
- ○ (2:57) CTPS e (6:00) Livro/ficha de registro
- ○ (9:41) Admissão do aprendiz: Instituição, Contrato, Curso, Atividades e Férias
- ○ (11:33) Contrato
- ○ (13:10) Jornada de trabalho e intervalos
- ○ (19:58) Salário e (23:54) 13º Salário
- ○ (27:13) Vale transporte
- ○ (29:48) Faltas justificadas
- ○ (32:52) Férias
- ○ (35:03) Adicionais: Insalubridade e Periculosidade
- ○ (39:04) Contribuição sindical
- ○ (40:57) FGTS
- ○ (43:35) Extinção do contrato de trabalho
Aula 04 - Parte 03 - Inclusão Digital e Produtividade
Aula 04 - Parte 03 - Inclusão Digital e Produtividade
Luiz Gustavo - Fecomércio
- ○ Apresentação: Inclusão digital e ferramentas
- ○ (8:15) Windows
- ○ (14:15) Word
- ○ (20:20) Excel
- ○ (32:05) Recado importante
Aula 05 - Adoção e Garantia do Direito à Convivência Familiar
Aula 05 - Adoção e Garantia do Direito à Convivência Familiar
Lucas Felipe, Carolina Bichara e Dr. Sérgio Domingos
- ○ Apresentação
- ○ (3:53) Função social da adoção
- ○ (7:06) Avanços jurídicos
- ○ (12:35) Como reduzir a fila da adoção
- ○ (14:07) Principais desafios
- ○ (16:24) Atuação da DPDF
- ○ (18:28) Casos marcantes
- ○ (20:54) Lembrança de infância
- ○ (22:30) Como a DPDF entrou na sua vida?
- ○ (24:20) O que te motivou a voltar?
- ○ (25:27) Recado final
5
Unidade Temática 5
Módulo 05 - Direito Criminal e Segurança Digital
Módulo 05 - Direito Criminal e Segurança Digital
Facilitadores: Dr. Fabrício Rodrigues, André Lima (SERPRO), Wesley Nóbrega, Prof.ª Laís Xavier, Dra. Celina, Dra. Ana Luísa
Duração Total: 04:46:24
Aula 01 – Parte 01 - Descriminalização das Drogas
Aula 01 – Parte 01 - Descriminalização das Drogas
Dr. Fabrício
- ○ Você não sabe, a Defensoria te ensina
- ○ (1:09) Drogas ou descriminalização das drogas
- ○ (2:07) A maconha foi descriminalizada para uso pessoal e também para a venda?
- ○ (2:06) Posição do STF
- ○ (4:27) Usuário e traficante
- ○ (8:36) Quantidade permitida
- ○ (9:57) Tráfico formiguinha
- ○ (11:52) Plantio
- ○ (16:10) Outras drogas
Aula 01 - Parte 02 - Bebidas Alcoólicas para Crianças e Adolescentes é CRIME!
Aula 01 - Parte 02 - Bebidas Alcoólicas para Crianças e Adolescentes é CRIME!
Dr. Fabrício
- ○ Se você não sabe, a Defensoria te ensina
- ○ Fornecer bebida alcoólica ou drogas para crianças ou adolescentes é crime?
- ○ (2:05) Estatuto da Criança e do Adolescente
- ○ Definição de Criança e Adolescente
Aula 01 - Parte 03 - Maus tratos contra animais
Aula 01 - Parte 03 - Maus tratos contra animais
Dr. Fabrício
- ○ Maus-tratos contra animais
- ○ (3:57) Lei de Crimes Ambientais
- ○ (7:56) Deixar cachorros soltos na rua para “dar uma volta” é crime?
- ○ (9:18) Lei de Contravenções Penais
- ○ (11:13) Envenenar animais por barulho ou presença indesejada é crime?
- ○ (14:30) Vaquejada
Aula 01 - Parte 04 - Crimes Sexuais
Aula 01 - Parte 04 - Crimes Sexuais
Dr. Fabrício
- ○ Ter relação sexual com criança ou adolescente é crime?
- ○ (10:29) Gravar vídeo ou tirar foto de nudez sem autorização é crime?
- ○ (12:28) Postar “nudes” sem autorização em grupos de Whatsapp é crime?
Aula 01 - Parte 05 - Assédio Sexual no ambiente de trabalho
Aula 01 - Parte 05 - Assédio Sexual no ambiente de trabalho
Dr. Fabrício
- ○ A “cantada” em ambiente de trabalho para fins amorosos pode dar cadeia?
- ○ (4:29) Assédio sexual
- ○ (6:49) Crime de perseguição
- ○ (10:16) Contato físico não autorizado em transporte coletivo: Importunação sexual
- ○ (13:03) Estupro de vulnerável
Aula 01 - Parte 06 - Crimes Sexuais – Violação Sexual
Aula 01 - Parte 06 - Crimes Sexuais – Violação Sexual
Dr. Fabrício
- ○ (2:27) Retirar o preservativo durante a prática sexual, sem que o parceiro perceba, é crime?
- ○ Violação sexual mediante fraude
- ○ (4:38) Tirar a roupa no meio da rua para se exibir é crime?
- ○ (5:34) Ato obsceno
Aula 02 – Parte 01 - Ciberespaço
Aula 02 – Parte 01 - Ciberespaço
André Lima - SERPRO
- ○ Ciberespaço
- ○ (4:03) “Causo”
- ○ (5:05) Crimes
Aula 02 - Parte 02 - Proteção de dados pessoais
Aula 02 - Parte 02 - Proteção de dados pessoais
André Lima - SERPRO
- ○ Proteção de dados pessoais
- ○ Exemplo
- ○ (2:16) Perigos na rede
- ○ Cyberbullying
- ○ Cyberstalking
- ○ Grooming
- ○ Sexting/sextortion
- ○ Ciberadiação
- ○ (4:07) Dicas para se proteger
- ○ Usar senhas fortes e únicas
- ○ Cuidado com o que publica nas redes sociais
- ○ Desconfie de promoções exageradas
- ○ Não confie em desconhecidos
- ○ Denuncie e peça ajuda
Aula 02 - Parte 03 - Ações de segurança Digital
Aula 02 - Parte 03 - Ações de segurança Digital
André Lima - SERPRO
- ○ Proteção de dados e segurança
- ○ (3:20) Instagram
- ○ (7:23) TikTok
- ○ (10:22) Whatsapp
Aula 02 - Parte 04 - Redes sociais
Aula 02 - Parte 04 - Redes sociais
André Lima e Felipe - SERPRO
- ○ Redes sociais
- ○ (4:13) Instagram
- ○ (8:15) TikTok
- ○ (11:45) Whatsapp
Aula 02 - Parte 05 - Inteligência Artificial
Aula 02 - Parte 05 - Inteligência Artificial
Felipe e Cíntia - SERPRO
- ○ IA - Inteligência artificial
Aula 02 - Parte 06 - SerDigi - Aprender se divertindo?
Aula 02 - Parte 06 - SerDigi - Aprender se divertindo?
Cíntia e André - SERPRO
- ○ Oratória
- ○ Arte
- ○ Ciência
- ○ (1:45) De onde surgiu?
- ○ (2:30) Eloquência
- ○ naturalidade
- ○ entusiasmo
- ○ conhecimento
- ○ sinceridade
- ○ coragem
- ○ (7:30) O que faz as pessoas nos ouvirem?
- ○ (11:38) Evite na fala
- ○ frases da moda/clichês
- ○ neologismo
- ○ abreviações
- ○ não enxergar a pessoa que fala
- ○ bengalas
- ○ significados diferentes para a mesma palavra
- ○ distrações físicas
- ○ prolixidade
- ○ (16:35) Quando falar
- ○ fale com as pessoas e não para as pessoas
- ○ determinação (foco)
- ○ criatividade
- ○ síntese
- ○ vocabulário rico
- ○ habilidade (conhecimento do público)
- ○ voz
- ○ postura
- ○ desenvoltura
- ○ (22:33) Inibição (Dicas)
- ○ espelhos
- ○ pequenos públicos
- ○ powerpoint
- ○ não estão te julgando
- ○ o público sabe menos
- ○ olhe para o fundo
- ○ amenize a situação
- ○ roupas escuras
- ○ quebre o gelo
- ○ água
- ○ evite mostrar tremores
- ○ (30:05) Postura corporal
Aula 03 – Parte 01 - Oratória
Aula 03 – Parte 01 - Oratória
Wesley Nóbrega - Senac DF
- ○ Oratória
- ○ Arte
- ○ Ciência
- ○ (1:45) De onde surgiu?
- ○ (2:30) Eloquência
- ○ naturalidade
- ○ entusiasmo
- ○ conhecimento
- ○ sinceridade
- ○ coragem
- ○ (7:30) O que faz as pessoas nos ouvirem?
- ○ (11:38) Evite na fala
- ○ frases da moda/clichês
- ○ neologismo
- ○ abreviações
- ○ não enxergar a pessoa que fala
- ○ bengalas
- ○ significados diferentes para a mesma palavra
- ○ distrações físicas
- ○ prolixidade
- ○ (16:35) Quando falar
- ○ fale com as pessoas e não para as pessoas
- ○ determinação (foco)
- ○ criatividade
- ○ síntese
- ○ vocabulário rico
- ○ habilidade (conhecimento do público)
- ○ voz
- ○ postura
- ○ desenvoltura
- ○ (22:33) Inibição (Dicas)
- ○ espelhos
- ○ pequenos públicos
- ○ powerpoint
- ○ não estão te julgando
- ○ o público sabe menos
- ○ olhe para o fundo
- ○ amenize a situação
- ○ roupas escuras
- ○ quebre o gelo
- ○ água
- ○ evite mostrar tremores
- ○ (30:05) Postura corporal
Aula 03 - Parte 02 - Apresentação pessoal
Aula 03 - Parte 02 - Apresentação pessoal
Laís Xavier - Senac DF
- ○ Imagem pessoal e postura
- ○ (1:06) Primeiras impressões
- ○ 3 a 5 segundos
- ○ (2:18) Profissionalismo
- ○ credibilidade
- ○ autoridade
- ○ competência
- ○ confiança
- ○ respeito
- ○ (3:41) Personalidade e estilo
- ○ conforto
- ○ confiança
- ○ autoestima
- ○ estilo pessoal X profissional
- ○ (5:12) Conformidade social
- ○ mostrar consideração pelos outros
- ○ evitar constrangimentos
- ○ (6:17) Cuidados pessoais
- ○ (8:13) No ambiente profissional, aposte
- ○ (12:49) Comportamento
- ○ postura
- ○ cumprimento
- ○ gargalhadas
- ○ celular
- ○ grupos de Whatsapp
- ○ cheiro (perfume, alimento, chulé)
- ○ expressões faciais
- ○ linguagem corporal
- ○ (19:20) Dicas
- ○ (20:29) O que a sua imagem transmite?
Aula 04 - Parte 01 - Quebrando Barreiras: Educação, Mitos e Conscientização sobre a Lei Maria da Penha
Aula 04 - Parte 01 - Quebrando Barreiras: Educação, Mitos e Conscientização sobre a Lei Maria da Penha
Dras. Cecília, Celina e Ana Luísa
- ○ Violência doméstica contra a mulher e como enfrentá-la juntos
- ○ Apresentação
- ○ (2:00) Qual o papel da Defensoria Pública na defesa das mulheres em situação de violência doméstica e familiar?
- ○ (3:29) Necessidade de registrar boletim de ocorrência
- ○ (4:36) Diferença entre ligar para o 180 ou 190
- ○ (9:22) O que fazer se não quiserem registrar o boletim de ocorrência?
- ○ (14:41) A mulher precisa sair de casa após sofrer violência?
- ○ (16:10) Se a mulher pedir medida protetiva, mas tiver medo de voltar para casa e sofrer nova agressão?
- ○ (18:16) Medida protetiva de urgência
- ○ (21:06) O que fazer quando não está sendo cumprida ou não é suficiente?
- ○ (23:08) Quanto tempo valem as medidas protetivas de urgência?
- ○ (26:54) Descumprimento indireto da medida protetiva de urgência
- ○ (31:18) Outras formas de proteção
Aula 04 - Parte 02 - Quebrando Barreiras: Educação, Mitos e Conscientização sobre a Lei Maria da Penha
Aula 04 - Parte 02 - Quebrando Barreiras: Educação, Mitos e Conscientização sobre a Lei Maria da Penha
Dras. Cecília, Celina e Ana Luísa
- ○ Continuação
- ○ Necessidade de comparecimento à audiência
- ○ (9:44) Meios de prova
- ○ (14:31) Inquérito policial arquivado
- ○ (17:19) Papel da Defensoria Pública e do Ministério Público
- ○ (17:55) Denúncias falsas
- ○ (22:31) Ação de guarda, visita e alimentos
Aula 04 - Parte 03 - Quebrando Barreiras: Educação, Mitos e Conscientização sobre a Lei Maria da Penha
Aula 04 - Parte 03 - Quebrando Barreiras: Educação, Mitos e Conscientização sobre a Lei Maria da Penha
Dras. Cecília, Celina e Ana Luísa
- ○ Continuação
- ○ Restrição ou suspensão do direito de visita
- ○ (3:27) Violência patrimonial
- ○ (5:22) Estelionato amoroso
- ○ (9:43) Sigilo dos dados pessoais
Aula 04 - Parte 04 - Quebrando Barreiras: Educação, Mitos e Conscientização sobre a Lei Maria da Penha
Aula 04 - Parte 04 - Quebrando Barreiras: Educação, Mitos e Conscientização sobre a Lei Maria da Penha
Dras. Cecília, Celina e Ana Luísa
- ○ Continuação
- ○ Violência vicária
- ○ (2:13) Intimação
- ○ (5:20) Feminicídio - sinais de alerta
- ○ (8:36) Espiral da violência
- ○ (11:59) Perfil do agressor
- ○ (16:58) Programas de acolhimento
- ○ (19:37) Órfãos
- ○ (20:36) Principais equipamentos e serviços de proteção
- ○ (22:48) Dia da mulher
- ○ (24:14) Informações sobre os serviços
6
Unidade Temática 6
Módulo 06 - Empreendedorismo e Vivência Prática
Módulo 06 - Empreendedorismo e Vivência Prática
Facilitadores: Dr. Vinícius Reis, André Lima, Débora Sirotheau, Dr. Evenin Ávila, Jorge Adriano (SEBRAE), Rosimeire Prado, Dra. Rafaela Mitre
Duração Total: 06:32:54
Aula 01 – Parte 01 - Apropriação de Bens de Terceiros - DPDF
Aula 01 – Parte 01 - Apropriação de Bens de Terceiros - DPDF
Dr. Vinícius Reis
- ○ Pegar sem autorização as coisas de outra pessoa por ciúmes ou por não aceitar o término de um relacionamento é crime?
- ○ (1:12) Dirigir embriagado é crime?
- ○ (5:00) Dirigir sem carteira de motorista é crime?
- ○ (7:06) Emprestar carro para quem não tem carteira de motorista ou para quem está embriagado é crime?
- ○ (8:55) Fazer transporte-pirata (lotação) é crime?
- ○ (12:54) Fazer racha automobilístico ou “dar grau” em moto é crime?
- ○ (15:12) Alterar a placa ou o chassi de um veículo é crime?
- ○ (16:21) Oferecer propina a funcionário público para se livrar de multa ou prisão é crime?
- ○ (17:37) Xingar ou fazer sinais obscenos para policial, agente de trânsito ou outro funcionário público é crime?
- ○ (19:17) Não pagar pensão alimentícia a filho, criança ou adolescente é crime?
Aula 01 - Parte 02 - Receber Troco a Mais e Não Devolver - DPDF
Aula 01 - Parte 02 - Receber Troco a Mais e Não Devolver - DPDF
Dr. Vinícius Reis
- ○ Receber troco maior do que o devido e não avisar ou devolver é crime?
- ○ (2:43) Achar celular ou outro objeto na rua e não devolver é crime?
- ○ (4:51) Se alguém me deve dinheiro, posso entrar na casa da pessoa e pegar algo como pagamento da dívida?
- ○ (6:42) Comprar carro ou moto de “segunda mão” sem consultar a situação do veículo pode dar cadeia?
- ○ (8:35) Quebrar ou destruir coisa que pertence a outra pessoa é crime?
- ○ (10:36) Se alguém fizer um “Pix” por engano e eu não devolver, pratico crime?
- ○ (11:52) Condenação pela Lei Maria da Penha pode impedir alguém de trabalhar como Uber?
- ○ (14:08) Xingar ou ameaçar alguém pelo WhatsApp ou outra rede social em razão do término de relacionamento é crime?
- ○ (15:21) Entrar ou permanecer na casa de outra pessoa sem autorização é crime?
- ○ (17:20) Acessar o celular de outra pessoa sem autorização é crime?
- ○ (19:16) Medida protetiva é revogada se a própria mulher autorizar aproximação ou contato?
Aula 01 - Parte 03 - Riscos de Deixar Crianças Sozinhas por Longo Período - DPDF
Aula 01 - Parte 03 - Riscos de Deixar Crianças Sozinhas por Longo Período - DPDF
Dr. Vinícius Reis
- ○ Deixar crianças sozinhas em casa por longo período é crime?
- ○ (2:31) Bater em criança como forma de educar ou castigar é crime?
- ○ (5:28) Em abordagem policial, o acesso às mensagens do celular sem autorização é ilegal?
- ○ (7:05) Andar na rua sem documento é crime?
- ○ (9:00) A atuação policial pode ser filmada por cidadão comum?
- ○ (11:25) A polícia pode entrar na casa de alguém sem autorização?
- ○ (12:57) O aborto é crime no Brasil?
- ○ (15:11) Apresentar atestado médico falso no trabalho é crime?
- ○ (16:31) Queimar ou destruir símbolo religioso de alguém é crime?
- ○ (17:25) Colocar fogo na casa de alguém por vingança é crime?
- ○ (18:11) Receber dinheiro falso e repassar é crime?
- ○ (18:59) Acusar falsamente alguém de crime, registrando ocorrência, é crime?
- ○ (20:31) Mentir como testemunha em processo pode gerar prisão?
- ○ (21:24) Ajudar criminoso a se esconder ou esconder produto do crime é crime?
- ○ (22:37) Quem tem passagem pela polícia pode tomar posse em concurso público?
- ○ (24:06) É permitido colocar som alto em casa?
- ○ (25:16) Considerações finais
Aula 02 – Parte 01 - Segurança nos Jogos On-line - SERPRO
Aula 02 – Parte 01 - Segurança nos Jogos On-line - SERPRO
André Lima - SERPRO
- ○ Apresentação - Segurança digital
- ○ (2:54) Conteúdo de ódio
- ○ (3:55) Sete dicas rápidas para se proteger
Aula 02 - Parte 02 - Dados Pessoais - SERPRO
Aula 02 - Parte 02 - Dados Pessoais - SERPRO
André Lima - SERPRO
- ○ Cuidados com os dados pessoais
- ○ (2:31) Phishing
- ○ (3:27) Engenharia social
- ○ (3:59) Caso do site falso da inscrição do Enem
- ○ (4:49) Atenção!
Aula 02 - Parte 03 - Fraudes Cibernéticas - SERPRO
Aula 02 - Parte 03 - Fraudes Cibernéticas - SERPRO
Débora Sirotheau - SERPRO
- ○ Apresentação
- ○ (1:14) Crimes digitais
- ○ (1:51) Fraudes digitais
Aula 02 - Parte 04 - Cyberbullying - SERPRO
Aula 02 - Parte 04 - Cyberbullying - SERPRO
Débora Sirotheau - SERPRO
- ○ Cyberbullying
- ○ (1:27) Exemplos
- ○ (2:33) Formas de se defender
- ○ (3:21) É crime?
Aula 02 - Parte 05 - Cyberstalker - SERPRO
Aula 02 - Parte 05 - Cyberstalker - SERPRO
Débora Sirotheau - SERPRO
- ○ Cyberstalker
- ○ (0:49) O que é?
- ○ (2:17) O que fazer?
- ○ (3:13) É crime?
Aula 02 - Parte 06 - Grooming - SERPRO
Aula 02 - Parte 06 - Grooming - SERPRO
Débora Sirotheau - SERPRO
- ○ Grooming
- ○ (0:18) O que é?
- ○ (2:11) Exemplo
- ○ (2:58) Como se proteger
- ○ (3:16) É crime?
Aula 02 - Parte 07 - Sexting e Sextortion - SERPRO
Aula 02 - Parte 07 - Sexting e Sextortion - SERPRO
Débora Sirotheau - SERPRO
- ○ (0:26) Sexting
- ○ (1:01) Sextortion
- ○ (1:21) Art. 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente
- ○ (1:36) Art. 218-C do Código Penal
- ○ (2:02) Diferença entre “sexting” e “sextortion”
- ○ (3:46) Sextortion - previsão legal
- ○ Art. 158 do Código Penal
- ○ Art. 218 do Código Penal
- ○ Art. 218-C do Código Penal
- ○ Art. 241-A do Estatuto da Criança e do Adolescente
Aula 02 - Parte 08 - “Pais Conectados: Como Guiar Adolescentes no Mundo Digital” - SERPRO
Aula 02 - Parte 08 - “Pais Conectados: Como Guiar Adolescentes no Mundo Digital” - SERPRO
Rosineide - Easjur/DPDF; André Lima - SERPRO; Cíntia Secom - SERPRO; Felipe - SERPRO
- ○ Apresentação
- ○ (1:33) Pais conectados: como guiar adolescentes no mundo digital
- ○ (2:53) Os pais estão preparados para orientar seus filhos? Como colaborar nessa temática?
- ○ (5:25) Pais conectados, pais preparados?
- ○ (11:39) Privacidade, exposição e reputação digital
- ○ (14:53) Dicas para os pais
- ○ (17:29) O que é o “hater”
- ○ (21:49) Ferramentas de controle
- ○ (26:40) Equilíbrio entre confiança e monitoramento
- ○ (30:08) Crianças com acesso à internet
- ○ (31:21) A importância do diálogo e da escuta
- ○ (37:51) Dicas importantes
Aula 03 - Parte 01 - Empreendedorismo - SEBRAE - DPDF
Aula 03 - Parte 01 - Empreendedorismo - SEBRAE - DPDF
Dr. Evenin; Rosi - Easjur; Jorge Adriano - SEBRAE
- ○ Apresentação
- ○ (1:05) O que é o SEBRAE?
- ○ (1:54) Acesso ao SEBRAE
- ○ (3:42) Educação para a cidadania
- ○ (10:37) Oportunidade - como o SEBRAE ajuda as pessoas
- ○ (14:24) Qual a maior dificuldade das pessoas para empreender?
- ○ (16:25) O que o SEBRAE considera decisivo na visão do jovem?
Aula 03 - Parte 02 - Empreendedorismo - SEBRAE - DPDF
Aula 03 - Parte 02 - Empreendedorismo - SEBRAE - DPDF
Dr. Evenin; Rosi - Easjur; Jorge Adriano - SEBRAE
- ○ Continuação
- ○ Como o SEBRAE pode ajudar as pessoas?
- ○ (08:05) Qual é o ponto-chave para o sucesso?
- ○ (18:28) Educação para a vida
- ○ (23:57) Defensoria e SEBRAE de portas abertas
- ○ (26:16) Mensagem final
Aula 03 - Parte 03 - Educação Empreendedora - SEBRAE
Aula 03 - Parte 03 - Educação Empreendedora - SEBRAE
Rosi - Easjur; Ana Emília - SEBRAE
- ○ Apresentação
- ○ (1:50) O que é educação empreendedora?
- ○ (5:50) Estratégias específicas
- ○ (16:18) Perspectivas de mudanças
- ○ (18:04) Os “pequenos”
- ○ (21:47) Perspectivas dos desafios
- ○ (30:39) O olhar diferenciado
- ○ (36:28) Diferenças de atuação nos Estados?
Aula 03 - Parte 04 - Educação Empreendedora - SEBRAE
Aula 03 - Parte 04 - Educação Empreendedora - SEBRAE
Rosi - Easjur; Ana Emília - SEBRAE
- ○ Continuação
- ○ Metodologias e impactos
- ○ (6:03) “Atuação em rede”
- ○ (9:27) História de sucesso
- ○ (14:30) A importância do professor-educador
- ○ (17:58) Perspectiva de futuro
- ○ (20:15) Tecnologia para ampliar o alcance na educação empreendedora
- ○ (24:08) Os ganhos
- ○ (31:38) Mensagem final
Aula 03 - Parte 05 - Microempreendedor Individual (MEI) - SEBRAE
Aula 03 - Parte 05 - Microempreendedor Individual (MEI) - SEBRAE
Rosimeire Prado - SEBRAE
- ○ Apresentação
- ○ (0:53) Entendendo a diferença
- ○ Porte empresarial
- ○ MEI
- ○ ME
- ○ EPP
- ○ (2:23) Quadro societário
- ○ Empresário individual
- ○ Sociedade limitada
- ○ Sociedade unipessoal
- ○ (3:13) Regime tributário
- ○ SIMEI
- ○ Simples Nacional
- ○ Lucro Presumido
- ○ Lucro Real
- ○ (6:41) Ocupações permitidas
- ○ MEI
- ○ (8:12) Obrigações do MEI
- ○ Pagamento de impostos
- ○ (9:59) Declaração anual do Imposto de Renda
- ○ (13:50) Acompanhar a legislação
- ○ (14:56) Vantagens de formalização como MEI
- ○ Licenciamento automático
- ○ Poder vender para o Governo
- ○ Emissão de nota fiscal
- ○ Acesso a crédito
- ○ Acesso aos serviços do SEBRAE
- ○ (22:24) Vantagens relacionadas ao INSS
- ○ Auxílio-doença
- ○ Auxílio-maternidade
- ○ Aposentadoria
- ○ (24:14) Síntese para ser MEI
- ○ Exercer atividades permitidas
- ○ Contratar um empregado
- ○ Não ser titular, sócio ou administrador de outra empresa
- ○ Faturamento anual até R$ 81.000,00
- ○ No anexo B, faturamento até R$ 251.600,00
- ○ (26:18) Benefícios impactados após formalização
- ○ Benefícios previdenciários e assistenciais podem ser cancelados
- ○ Servidor público federal não pode ser MEI
- ○ Servidor estadual ou municipal deve observar legislação específica
- ○ Buscar informação antes da formalização
- ○ (27:51) Formalização
- ○ Definir atividade econômica
- ○ Acessar Portal do Empreendedor (Gov.br)
- ○ Clicar em “Quero ser MEI”
- ○ Clicar em “Formalize-se”
- ○ Preencher dados
- ○ Salvar CCMEI
- ○ (29:49) Aplicativos disponíveis
- ○ App MEI
- ○ NFS-e
- ○ emissornfe.sebrae.com.br
- ○ (34:39) Desenquadramento do SIMEI
Aula 03 - Parte 06 - Oportunidades de Negócios - SEBRAE
Aula 03 - Parte 06 - Oportunidades de Negócios - SEBRAE
Ricardo Robson - SEBRAE
- ○ Apresentação
- ○ (0:57) Visão estratégica
- ○ (1:35) Eixos estratégicos
- ○ Cidadania e Desenvolvimento Social
- ○ Desenvolvimento Econômico
- ○ Desenvolvimento Urbano
- ○ Sustentabilidade, Tecnologia e Inovação
- ○ Turismo, Cultura, Esporte e Lazer
- ○ (3:01) Oportunidade de negócio e impacto
- ○ Centro de atividades físicas inclusivas
- ○ Plataformas digitais de educação para pessoas com deficiência e terceira idade
- ○ Filmagem com drones
- ○ Oficina de carros elétricos
- ○ Assistência técnica para placas solares
- ○ Microtransportadora
- ○ Produção audiovisual
- ○ Jogos terapêuticos focados em inclusão e bem-estar
- ○ (3:53) Inova 2025
- ○ (8:52) Inova Play
Aula 04 - Videocast - Direitos das Mulheres - DPDF
Aula 04 - Videocast - Direitos das Mulheres - DPDF
Jennyffer; Dra. Rafaela Mitre
- ○ Apresentação
- ○ (9:28) Tipos de violência mais comuns na violência doméstica
- ○ Violência física
- ○ Violência psicológica
- ○ Violência sexual
- ○ Violência patrimonial
- ○ Violência moral
- ○ (13:57) Ciclo da violência
- ○ Tensão
- ○ (14:20) Lua de mel
- ○ (15:17) “Espiral da violência”
- ○ (18:36) A quem se aplica a Lei Maria da Penha?
- ○ (21:19) Medidas protetivas
- ○ (24:39) Onde procurar a Defensoria Pública?
- ○ (26:04) Residência / imóvel em comum / aluguel
- ○ (28:01) Outras formas de proteção
- ○ (31:31) Guarda dos filhos
- ○ (35:32) Guarda unilateral
- ○ (37:13) NUDEM
- ○ (40:26) Como buscar informações
- ○ (42:01) Rede de atendimento
- ○ (45:02) “Passe Livre - Transporte por Elas”
- ○ (47:02) Perspectivas e planos para o futuro
- ○ (52:55) Encerramento
7
Unidade Temática 7
Módulo 07 - Defensoria Pública da União (DPU)
Módulo 07 - Defensoria Pública da União (DPU)
Facilitadores: Dra. Mariana Queiroz, Dr. Gilmar Menezes, Dr. Ricardo Kifer, Dra. Ana Cláudia Tirelli, Dr. Célio John, Dr. Cláudio Santos, Dr. Thales Arcoverde, Dra. Juliane Taborda, Dr. Ricardo Salviano, Dr. Yure Costa, Dr. Sérgio Conti, Dra. Olinda Vicente, Dra. Liana Dani, Dr. Bruno Zanetti, Dr. Hélio Cabral, Dra. Maíra Mesquita, Dra. Patrícia Bettin, Dr. Matheus Nascimento, Dra. Diana Freitas.
Duração Total: 13:54:21
Aula 01 - Apresentação da Defensoria Pública da União (DPU)
Aula 01 - Apresentação da Defensoria Pública da União (DPU)
Dra. Mariana Queiroz - DPU
- ○ Apresentação
- ○ Apresentação DPU - Defensoria Pública da União
- ○ O que é a DPU?
- ○ (00:57) Áreas de atuação. Exemplos:
- ○ (1:01) INSS
- ○ (1:58) Assistência à saúde
- ○ (3:27) Pessoas presas em penitenciárias federais
- ○ (3:52) Assistência jurídica integral e gratuita
- ○ (4:26) Direitos humanos
- ○ (5:20) Minorias
- ○ (5:41) Grupos de trabalho GT’S
- ○ (6:05) Quem pode ser atendido pela DPU?
Aula 02 - Parte 01 -Segurança Alimentar Alimentação: Um Direito, Não um Privilégio
Aula 02 - Parte 01 -Segurança Alimentar Alimentação: Um Direito, Não um Privilégio
Dr. Gilmar Menezes - DPU
- ○ Apresentação
- ○ Grupo de trabalho para garantir a segurança alimentar e nutricional
- ○ (1:07) Direito à alimentação
- ○ (2:00) Diferença entre comida e alimento
- ○ (2:17) Direitos humanos
- ○ (2:36) Dignidade da pessoa humana
- ○ (3:36) Direito à alimentação no mundo
- ○ 1848: Declaração Universal dos Direitos Humanos (Art. 25)
- ○ FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) (1945): Criada após a Segunda Guerra Mundial
- ○ Avanço de tratados e conferências internacionais
- ○ Desafios: produção voltada ao lucro, desigualdade de acesso
- ○ (4:21) Direito à alimentação no Brasil
- ○ 1930: Josué de Castro denuncia a fome como fenômeno social
- ○ 1988: Constituição inclui alimentação como direito social (art. 7º/salário-:imo e art. 227 originais)
- ○ 2006: Lei Orgânica de segurança Alimentar e Nutricional
- ○ 2010: Direito à alimentação incluído explicitamente na Constituição. EC 64/2010. Arts. 6º, 208, VII; 212, §4º e 227
Aula 02 - Parte 02 - Segurança Alimentar Alimentação: Um Direito, Não um Privilégio
Aula 02 - Parte 02 - Segurança Alimentar Alimentação: Um Direito, Não um Privilégio
Dra. Gilmar Menezes - DPU
- ○ Continuação
- ○ Grandes crises de fome na História
- ○ Irlanda (1845 - 1849): Fome da batata
- ○ Holodomor (1932 - 1933): Fome forçada na Ucrânia
- ○ Sugestão de documentário: Ucrânia, memória da fome
- ○ (4:36) Causas da fome
- ○ Conflitos armados e guerras
- ○ Crises econômicas e políticas
- ○ Mudanças climáticas (secas, enchentes)
- ○ Desigualdade social e má distribuição de alimentos
- ○ (5:54) Amartya Sen
- ○ Fome como privação de liberdade
- ○ Desenvolvimento como liberdade
- ○ Superação da fome através de reformas sociais
- ○ (7:58) Fome hoje
- ○ Mais de 800 milhões de pessoas ainda passam fome
- ○ África e Ásia concentram os maiores índices
- ○ No Brasil, cerca de 2,5 milhões de pessoas ainda sofrem de insegurança alimentar
Aula 03 - Parte 01 -Trabalho Escravo Hoje Realidade Invisível no Brasil
Aula 03 - Parte 01 -Trabalho Escravo Hoje Realidade Invisível no Brasil
Dr. Ricardo Kifer Amorim - DPU
- ○ Apresentação
- ○ Trabalho escravo
- ○ (1:17) Ainda existe trabalho escravo?
- ○ 2022:
- ○ Brasil: 2.575 trabalhadores resgatados
- ○ SP: 146 (5º Estado com mais resgates)
- ○ 2023:
- ○ Brasil: 3.190 (aumento de 24% e maior número dos últimos 14 anos)
- ○ SP: 387 (3º Estado com maior registro)
- ○ SP - Em 2023, Estado com o maior número de denúncias recebidas no MPT (fora nºs dos parceiros: 626 denúncias, 2ª Região - 300 e 15ª Região - 326)
- ○ A “lista suja” de abril de 2024 recebeu a maior inclusão da história (destaque para o TED), contando atualmente com 654 nomes (SP - 2º em número de inscritos)
- ○ (4:26) Hipóteses legais (Art. 149 CP) (condutas alternativas)
- ○ (5:20) Minorias
- ○ Trabalho forçado
- ○ Servidão por dívida
- ○ Jornada exaustiva
- ○ Condições degradantes de trabalho
Aula 03 - Parte 02 - Trabalho Escravo Hoje: Realidade Invisível no Brasil
Aula 03 - Parte 02 - Trabalho Escravo Hoje: Realidade Invisível no Brasil
Dr. Ricardo Kifer Amorim - DPU
- ○ Continuação
- ○ (0:55) Denúncias
- ○ (5:43) Resgate do trabalhador
- ○ (11:53) Pós-resgate
- ○ (14:06) Outras consequências
- ○ “Lista suja”
- ○ Dano reputacional
- ○ Responsabilização do empregador na esfera criminal
Aula 03 - Parte 03 - Trabalho Escravo Hoje: Realidade Invisível no Brasil
Aula 03 - Parte 03 - Trabalho Escravo Hoje: Realidade Invisível no Brasil
Dr. Ricardo Kifer Amorim - DPU
- ○ Continuação
- ○ Alojamentos
- ○ (3:06) Armazenamento e preparo de alimentos
- ○ (4:37) Água para consumo
- ○ (5:31) Instalações sanitárias
- ○ (6:05) Transporte de trabalhadores
- ○ (8:51) Armas e drogas
- ○ (11:46) Menores resgatados
- ○ (14:48) Barraco de lona e chão de terra
- ○ (15:08) Quarto e trabalhadores sem EPI ou qualquer proteção
- ○ (16:08) Ambiente desorganizado, sem iluminação e ventilação
- ○ (16:58) Instalação sanitária do imóvel
- ○ (17:37) Trabalhador com braço amputado atuando de forma precária
- ○ (19:42) Trabalho a céu aberto, inexistência de instalação sanitária e local para refeições. Trabalhadores e trabalhadoras atuando sem o uso de EPI, no plantio e corte da cana-de-açúcar
- ○ (20:50) Acondicionamento de equipamentos (cardã), facões e enxadas no mesmo compartimento que transporta os trabalhadores, com risco acentuado de acidente
- ○ (21:47) Trabalhadores dormindo no chão, abrigados precariamente em local inapropriado, com iluminação apenas em alguns cômodos. Ausência de armários, mesas e cadeiras para refeições
- ○ (23:21) Borracharia em São José dos Campos (2023)
- ○ (24:50) Local de difícil acesso, inviável até para caminhonetes 4x4. Construção feita de ripas de madeira que servia de paiol, galinheiro, depósito e alojamento
- ○ (25:30) Câmera espiã no banheiro de uso exclusivo da trabalhadora
Aula 04 - Parte 01 - Tráfico de Pessoas: Informação é a Melhor Defesa
Aula 04 - Parte 01 - Tráfico de Pessoas: Informação é a Melhor Defesa
Dra. Ana Cláudia Tirelli - DPU
- ○ Apresentação
- ○ (0:42) Tráfico de pessoas - marcos legais
- ○ Protocolo de Palermo: instrumento jurídico internacional que define o tráfico de pessoas e orienta a atuação dos Estados. Complementa a Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional. Adotado em 2000, entrou em vigor em 2003. O Brasil ratificou o protocolo em 2004
- ○ Lei nº 13.344/2016: regulamenta o enfrentamento ao tráfico de pessoas no Brasil
- ○ Conceito legal (Art. 149-A do Código Penal)
- ○ (1:36) Elementos do tráfico de pessoas
- ○ O ato (o que é feito): agenciar, aliciar, recrutar, transportar, transferir, comprar, alojar ou acolher pessoas
- ○ Os meios (como é feito): ameaça, violência, coação, fraude, abuso de poder, abuso de situação de vulnerabilidade ou pagamento para obter o consentimento de pessoa que tenha autoridade sobre a vítima
- ○ Objetivo (por que é feito): para fins de exploração
- ○ Exploração sexual
- ○ Servidão de qualquer tipo
- ○ Trabalho em condições análogas à escravidão
- ○ Remoção de órgãos, tecidos e partes do corpo
- ○ Adoção ilegal
- ○ (2:39) Tráfico humano está mais perto do que se imagina
Aula 04 - Parte 02 - Tráfico de Pessoas
Aula 04 - Parte 02 - Tráfico de Pessoas
Dra. Ana Cláudia Tirelli - DPU
- ○ Continuação
- ○ Dinâmica do aliciamento: o início do tráfico de pessoas
- ○ O tráfico não começa com correntes, mas com promessas que disfarçam a exploração sob aparência de oportunidade
- ○ Traficantes exploram desejos legítimos e situações de vulnerabilidade
- ○ (0:35) Como o tráfico acontece: promessas que viram armadilhas
- ○ Promessas de fama, emprego, amor, estudos, viagens e mudança de vida
- ○ Jovens como alvo: busca de independência, autoestima abalada, desejo de “vencer na vida”
- ○ “Vem trabalhar em um call center e ganhar em euro!”
- ○ “Te levo pra Europa, tudo pago”
- ○ “Tem uma vaga de dançarina em outro Estado”
- ○ “Tenho uma oportunidade única pra você!”
- ○ (0:56) Modos de aliciamento e estratégias de recrutamento
- ○ Propostas enganosas de trabalho (dançarina, modelo, babá ou atividades sexuais) resultando em superexploração
- ○ Promessas de casamento que culminam em exploração sexual ou servidão
- ○ Falsas promessas de contratação esportiva por supostos “olheiros”
- ○ Ofertas de emprego via plataformas digitais que ocultam exploração
- ○ Ofertas de tratamento médico ou compra de órgãos que resultam em remoção forçada ou enganosa
- ○ Aliciamento de gestantes com promessas de ajuda financeira para induzir entrega do bebê
- ○ Aliciadores costumam integrar o círculo social ou familiar da vítima, criando vínculos afetivos e confiança
- ○ (2:03) Exemplos
- ○ (3:38) Quando o perigo se disfarça de amor
- ○ Relacionamentos aparentemente afetivos que evoluem para manipulação e exploração
- ○ Exploração sustentada por chantagem, ameaças, isolamento e coerção
- ○ Em média, a transição da sedução à exploração ocorre entre dois e três meses
- ○ (3:48) Fase da sedução
- ○ A vítima acredita viver um “relacionamento dos sonhos”
- ○ “Ele me fazia sentir como a número um...” — relato de vítima
- ○ Construção de falsa relação de amor, apoio e cuidado
- ○ “Bombardeio de amor”: excesso de atenção e promessas
- ○ Assistência financeira criando dependência
- ○ Manipulação emocional de sentimentos de solidão e insegurança
- ○ Uso de álcool e drogas para facilitar controle
- ○ Sinais de alerta
- ○ Afeto intenso e repentino
- ○ Promessas rápidas de casamento ou mudança de vida
- ○ Isolamento da vítima de amigos e familiares
- ○ Pressão para abandonar trabalho ou estudos
- ○ Pedido recorrente de dinheiro
- ○ A armadilha se revela no destino
- ○ Exploração sexual, trabalho forçado, casamento servil ou outras formas de exploração
- ○ Vínculo emocional utilizado como instrumento de culpa e controle
Aula 04 - Parte 03 - Tráfico de Pessoas
Aula 04 - Parte 03 - Tráfico de Pessoas
Dra. Ana Cláudia Tirelli - DPU
- ○ Continuação
- ○ Direitos das vítimas de tráfico de pessoas
- ○ Proteção e atendimento imediatos
- ○ Proteção à vida e integridade: inclusão em programas de proteção a vítimas e testemunhas ameaçadas
- ○ Acolhimento institucional (abrigamento seguro): em local protegido e com suporte psicológico quando necessário
- ○ Atendimento com respeito e cuidado: ouvir a vítima sem fazer novas violências
- ○ Privacidade, sigilo e proteção de identidade: garantia de confidencialidade em todos os atos e procedimentos
- ○ Atendimento em idioma compreensível: uso de intérprete ou tradutor se necessário
- ○ (1:27) Regularização e acesso a serviço
- ○ Acesso a serviços do SUS: incluindo saúde da mulher, saúde do trabalhador e atenção psicossocial
- ○ Acesso à assistência social: encaminhamento a programas públicos de educação e moradia
- ○ Regularização migratória: para vítimas não nacionais é possível regularizar a situação no Brasil
- ○ Capacitação profissional e inclusão produtiva: inserção em políticas públicas de trabalho e renda
- ○ Acesso a benefícios assistenciais e previdenciários: garantia de direitos sociais conforme o perfil da vítima
- ○ Retorno voluntário e assistido ao país de origem: com acompanhamento institucional, se solicitado
- ○ Reunificação familiar: direito à entrada de familiares no Brasil, em certos casos
- ○ (2:24) Garantia de justiça e reparação
- ○ Assistência jurídica gratuita pela Defensoria Pública: em causas cíveis, trabalhistas, penais ou internacionais
- ○ Prioridade de atendimento e tramitação processual: garantia de celeridade nos processos judiciais e administrativos
- ○ Habilitação como assistente de acusação: apoio jurídico nos processos contra os perpetradores
- ○ Defesa em processo criminal: não criminalização por atos ilegais cometidos em decorrência da situação de tráfico (princípio da não criminalização da vítima)
- ○ Verbas rescisórias e indenização por danos materiais e morais sofridos em decorrência da ação dos exploradores, caso ao menos parte da execução do delito tenha ocorrido no Brasil
- ○ (3:34) Canais de denúncia
- ○ Existem diversos canais acessíveis para o recebimento de denúncias de tráfico de pessoas, todos com garantia de sigilo absoluto para quem denuncia
- ○ Disque 100 - Disque Direitos Humanos: serviço gratuito e de abrangência nacional, disponível 24 horas por dia, todos os dias da semana. Recebe denúncias relacionadas a violações de direitos humanos, inclusive casos de tráfico de pessoas
- ○ Ligue 180 - Central de Atendimento à Mulher: além de prestar orientações e acolhimento, também recebe denúncias de tráfico de pessoas
- ○ Denuncie aqui - Defensoria Pública da União: formulário online disponível no site oficial da DPU (https://peticoes.dpu.def.br/). Todas as informações prestadas são protegidas e tratadas com confidencialidade e sigilo
- ○ (4:43) Sugestão de filme: Anjos do Sol (2006)
Aula 05 - Parte 01 - Comunidades Tradicionais: O Papel do Estado nas Comunidades Tradicionais
Aula 05 - Parte 01 - Comunidades Tradicionais: O Papel do Estado nas Comunidades Tradicionais
Dr. Célio Alexandre John - DPU
- ○ Apresentação
- ○ (1:45) Comunidades tradicionais
- ○ “Quantos de vocês já pararam para pensar que no Brasil existem mais de 5 milhões de pessoas vivendo em comunidades tradicionais, preservando culturas ancestrais e enfrentando desafios únicos de direitos?”
- ○ “Proteger essas comunidades é proteger a diversidade e a história do Brasil”
- ○ (2:25) O que são as comunidades tradicionais?
- ○ “Grupos culturalmente diferenciados e que se reconhecem como tais, que possuem formas próprias de organização social, que ocupam e usam territórios e recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica, utilizando conhecimentos, inovações e práticas geradas e transmitidas pela tradição”
- ○ (5:19) Exemplos de comunidades tradicionais
- ○ Comunidades rurais
- ○ Povos indígenas
- ○ Quilombolas
- ○ Ribeirinhos
- ○ Extrativistas
- ○ Geraizeiros
- ○ Vazanteiros
- ○ Faxinalenses
- ○ Comunidades costeiras e aquáticas
- ○ Caiçaras
- ○ Pescadores artesanais
- ○ Marisqueiras
- ○ Comunidades extrativistas específicas
- ○ Quebradeiras de coco-babaçu
- ○ Castanheiros
- ○ Seringueiros
- ○ (8:20) Perguntas para reflexão
- ○ Por que as comunidades caiçaras se concentram no litoral?
- ○ Qual a relação entre os rios e as comunidades ribeirinhas?
- ○ Como o clima e a vegetação influenciam na formação das comunidades?
- ○ (8:59) Direitos garantidos na Constituição
- ○ Art. 215: Proteção às manifestações culturais populares
- ○ Art. 216: Patrimônio cultural brasileiro
- ○ Art. 231: Direitos dos povos indígenas
- ○ Art. 68 do ADCT: Titulação das terras quilombolas
- ○ Decreto 6.040/2007: Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais
- ○ Lei 12.288/2010: Estatuto da Igualdade Racial
- ○ Decreto 4.887/2003: Procedimento para titulação quilombola
- ○ Lei 6.001/1973: Estatuto do Índio
- ○ Lei 9.985/2000: Sistema Nacional de Unidades de Conservação
- ○ (10:48) Convenções Internacionais
- ○ Convenção 169 da OIT (consulta prévia e livre)
- ○ Declaração da ONU sobre os Direitos dos Povos Indígenas (2007)
- ○ (12:12) Quais os principais direitos?
- ○ Direito Territorial
- ○ Direito Cultural
- ○ Direito Ambiental
- ○ Direito à Participação
- ○ Direitos Sociais
Aula 05 - Parte 02 - Comunidades Tradicionais
Aula 05 - Parte 02 - Comunidades Tradicionais
Dr. Célio Alexandre John - DPU
- ○ Continuação
- ○ Missão da DPU
- ○ A Defensoria Pública da União tem papel fundamental na proteção de comunidades tradicionais, atuando tanto individual quanto coletivamente na defesa de seus direitos, especialmente para aqueles em situação de vulnerabilidade socioeconômica
- ○ Assessoria jurídica
- ○ Ações coletivas
- ○ Mediação e Negociação
- ○ Educação em Direitos
- ○ Advocacy e Políticas Públicas
- ○ (3:23) Casos Práticos
- ○ Caso 1: Região dos Lagos (RJ) - Comunidades Caiçaras
- ○ Situação: Especulação imobiliária ameaçando territórios
- ○ Atuação da DPU: Ação civil pública para proteção territorial
- ○ Mediação com prefeituras locais
- ○ Capacitação das comunidades sobre seus direitos
- ○ Resultado: Permanência das comunidades em seus territórios ancestrais
- ○ (4:19) Caso 2: Comunidades Ribeirinhas - Bahia
- ○ Situação: Conflitos por água e terra em São Desidério e Correntina
- ○ Atuação da DPU: Audiências públicas para debate das violações
- ○ Ações contra desmatamento irregular
- ○ Articulação com o MPF e outros órgãos
- ○ Resultado: Maior proteção aos recursos hídricos da região
- ○ (4:53) Caso 3: Quilombos - Santa Catarina
- ○ Situação: Dificuldades na certificação e titulação de terras
- ○ Atuação da DPU: Assistência nos processos de certificação
- ○ Acompanhamento junto ao INCRA
- ○ Capacitação das comunidades
- ○ Resultado: Avanço nos processos de regularização fundiária
- ○ (6:02) Situação: Comunidade quilombola versus ampliação da Base de Alcântara para programa espacial
- ○ Conflito: Desapropriação de territórios tradicionais
- ○ Remoção forçada de famílias
- ○ Impacto cultural e ambiental
- ○ Direito em questão: Consulta prévia não realizada adequadamente
- ○ Direito ao território ancestral
- ○ Preservação da identidade cultural
- ○ (7:21) Pergunta para debate
- ○ “É possível conciliar grandes projetos de desenvolvimento com os direitos das comunidades tradicionais? Como?”
- ○ (7:48) “Como vocês, estudantes, podem contribuir para a efetivação dos direitos das comunidades tradicionais?”
- ○ (8:03) Frase final
- ○ “Proteger as comunidades tradicionais é proteger o Brasil profundo, diverso e justo”
Aula 06 - Parte 01 - Inclusão de Catadores
Aula 06 - Parte 01 - Inclusão de Catadores
Dr. Cláudio Santos - DPU
- ○ Apresentação
- ○ (1:25) Política Nacional de Resíduos Sólidos - Lei 12.305/2010
- ○ (2:34) Lixões
- ○ (4:12) Resíduos sólidos
- ○ (5:11) Valorização do trabalho de catadores e catadoras
- ○ (6:41) Lixão - Tratamento ambientalmente inadequado dos resíduos sólidos
- ○ O encerramento das atividades dos lixões pressupõe a concomitante inclusão social e a emancipação econômica dos catadores
- ○ Compreendendo o fenômeno
- ○ Aspecto socioeconômico
- ○ Aspecto ambiental
- ○ Aspecto jurídico
- ○ (12:43) Quem são as catadoras e os catadores?
- ○ Matrizes de opressão histórica
- ○ Racismo
- ○ Capitalismo
- ○ Patriarcado
- ○ Colonialismo
- ○ (12:46) Questão humana - centralidade do debate
- ○ O problema dos resíduos sólidos como questão ética e política
- ○ Necessidade de outro modelo econômico, não desenvolvimentista (“decrescente”)
Aula 06 - Parte 02 - Inclusão de Catadores
Aula 06 - Parte 02 - Inclusão de Catadores
Dr. Cláudio Santos - DPU
- ○ Continuação
- ○ O que fazer?
- ○ A Política Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS (Lei nº 12.305/2010) pode ser definida como um conjunto de princípios, objetivos, instrumentos, diretrizes, metas e ações adotadas pelo Governo Federal, isoladamente ou em regime de cooperação com Estados, Distrito Federal, Municípios ou particulares, com vistas à gestão integrada e ao gerenciamento ambientalmente adequado dos resíduos sólidos, além de definir responsabilidades do Poder Público e dos geradores
- ○ Solidariedade (Plano Nacional, Estaduais e Municipais - Artigos 15, V e VI; 16, V e VI; 19)
- ○ (2:30) Transição Inclusiva e Justa - do lixão para a coleta seletiva
- ○ Interpretação adequada (sistemática da regra inserta no artigo 54 da Lei 12.305/2010)
- ○ Há décadas os catadores realizam atividade de natureza pública, história escrita com “suor e sangue”
- ○ Resgate histórico
- ○ (6:50) Política Pública Inclusiva
- ○ Estatuto da Catadora e do Catador
- ○ Protagonismo
- ○ Número de vezes de citação de catador/a e da expressão inclusão social e econômica das associações e cooperativas
- ○ Natureza jurídica dos resíduos sólidos (art. 6º, VIII) - princípio in dubio pro catador
- ○ Princípio do protetor-recebedor
- ○ Resgate de dívida histórica
- ○ (12:00) Consequências do encerramento inadequado dos lixões
- ○ Prejuízo ao Erário
- ○ Dano ambiental
- ○ Dano social (ou socioambiental)
- ○ (12:27) Inclusão socioambiental
- ○ Relação gênero x espécie
- ○ Capacitação, formação e incubação
- ○ Incentivo à formalização e regularização de associações e cooperativas
- ○ Contratação direta com pagamento (artigos 8º, III; 36 §§ 1º e 2º)
- ○ “Indenização”
- ○ (17:26) Objetivos da Política Nacional de Resíduos Sólidos - Solução encontrada na PNRS (Lei 12.305/2010)
- ○ (Art. 7º - São objetivos da Política Nacional de Resíduos Sólidos)
- ○ Não geração
- ○ Redução
- ○ Reutilização
- ○ Reciclagem
- ○ Tratamento dos resíduos sólidos, bem como disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos
Aula 06 - Parte 03 - Inclusão de Catadores
Aula 06 - Parte 03 - Inclusão de Catadores
Dr. Cláudio Santos - DPU
- ○ Continuação
- ○ (2:45) Aspecto socioambiental da PNRS e Política Climática
- ○ Agenda 2030 e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU
- ○ ODS 1 - Erradicação da pobreza
- ○ ODS 6 - Água e Saneamento Básico
- ○ ODS 8 - Emprego Digno e Crescimento Econômico
- ○ ODS 11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis
- ○ ODS 12 - Consumo e Produção Responsáveis
- ○ ODS 13 - Ação Contra a Mudança Global do Clima
- ○ ODS 14 - Vida na Água
- ○ ODS 15 - Vida Terrestre
- ○ ODS 16 - Paz, Justiça e Instituições Eficazes
- ○ Atividade mitigadora de emissão dos gases do efeito estufa - GEE
- ○ Duplo aspecto: mitigação das emissões x sofrimento desproporcional diante dos desastres climáticos
Aula 07 - Direito à Moradia - A Centralidade da Moradia na Vida Digna
Aula 07 - Direito à Moradia - A Centralidade da Moradia na Vida Digna
Dr. Thales Arcoverde - DPU
- ○ Apresentação
- ○ (0:59) A moradia como um direito
- ○ (2:35) Temporalidade dos Direitos Fundamentais
- ○ (11:28) Objetivos
- ○ (12:47) Dinâmica inicial
- ○ Pergunta: Se vocês tivessem que escolher apenas três coisas que toda pessoa deve ter para viver com dignidade, o que escolheriam?
- ○ (16:26) Êxodo rural
- ○ (22:06) Direito à moradia
- ○ (31:20) Realidade brasileira - CadÚnico 2024
- ○ (33:36) Direito à moradia adequada
- ○ (37:10) Debate
- ○ Como a falta de casa afeta os estudos, a saúde e os sonhos?
- ○ Quem vocês acham que mais sofre com a falta de moradia?
- ○ Vocês conhecem alguém que mudou de casa muitas vezes por falta de condições?
- ○ Políticas públicas (exemplos)
- ○ Minha Casa, Minha Vida (subsídio para compra ou construção)
- ○ Urbanização de favelas
- ○ Regularização fundiária
- ○ (42:43) Distinção entre Minha Casa, Minha Vida - Entidades
- ○ O Programa Minha Casa, Minha Vida pode incluir subsídio estatal para financiamento de aquisição de casa própria ou para entidades que tenham capacidade para construir empreendimentos
- ○ (45:40) Casa própria não necessariamente significa aquisição de imóvel
- ○ Há várias formas de garantir o direito à moradia. A aquisição de imóvel é apenas uma delas
- ○ Possibilidade de programas de locação social
- ○ Concessão do direito real de uso
- ○ Regularização fundiária
- ○ (47:23) Direito à moradia e outros direitos
- ○ O direito à moradia possui centralidade para os demais direitos sociais e direitos fundamentais de primeira dimensão
- ○ Sem moradia, alimentação, saúde, liberdade religiosa, liberdade de pensamento e orientação política ficam prejudicados
Aula 08 - Parte 01 - Principais Delitos Federais: Os Desafios da Justiça Federal
Aula 08 - Parte 01 - Principais Delitos Federais: Os Desafios da Justiça Federal
Dra. Juliane Taborda
- ○ Apresentação
- ○ (0:17) Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei 8.069/90
- ○ (1:03) Crimes previstos no ECA - vítima: criança ou adolescente
- ○ (4:58) Procedimento para apuração de ato infracional
- ○ (6:18) Medidas educativas
- ○ (6:43) Moeda falsa
Aula 08 - Parte 02 - Principais Delitos Federais: Os Desafios da Justiça Federal
Aula 08 - Parte 02 - Principais Delitos Federais: Os Desafios da Justiça Federal
Dra. Juliane Taborda
- ○ Continuação
- ○ Estelionato previdenciário
- ○ (1:20) Falsidade ideológica
- ○ (1:32) Falsificação de documento
- ○ (2:17) Corrupção ativa
- ○ (2:41) Corrupção passiva
- ○ (2:59) Alterações em documentos
- ○ (3:29) Falsificação de documento
- ○ Falsificação grosseira não é crime
- ○ (5:14) Tráfico de drogas
Aula 08 - Parte 03 - Principais Delitos Federais: Os Desafios da Justiça Federal
Aula 08 - Parte 03 - Principais Delitos Federais: Os Desafios da Justiça Federal
Dra. Juliane Taborda
- ○ Continuação
- ○ Descaminho e contrabando
- ○ (1:09) Crimes eleitorais
- ○ (3:09) Fake news
- ○ (5:02) Crimes cibernéticos
- ○ (6:00) Conceitos básicos
- ○ Invasão de dispositivo de informática
- ○ Furto ou fraude eletrônica
- ○ Cyberbullying
- ○ Difamação, calúnia e injúria online
- ○ Exposição de conteúdo íntimo sem consentimento
- ○ (7:26) Alguns dos crimes que estão no Código Penal
- ○ Invasão de dispositivo informático
- ○ Furto
- ○ Divulgação de imagens íntimas sem consentimento
- ○ Calúnia, difamação e injúria nas redes (Arts. 138, 139 e 140 do Código Penal)
- ○ Divulgação de cena de estupro ou de cena de estupro de vulnerável, de cena de sexo ou de pornografia (Art. 218-C)
- ○ Bullying (Lei 13.185/15, art. 1º, §1º) x Cyberbullying (Lei 13.185/15, art. 2º, parágrafo único)
Aula 09 - Parte 01 - Acesso à Justiça e Direito Sanitário: Acesso à Justiça em Tempos de Crise Sanitária
Aula 09 - Parte 01 - Acesso à Justiça e Direito Sanitário: Acesso à Justiça em Tempos de Crise Sanitária
Dr. Ricardo Emílio Pereira Salviano
- ○ Apresentação
- ○ (0:18) Evolução dos direitos fundamentais
- ○ Surgimento do Estado de Direito
- ○ Estado liberal
- ○ Estado social
- ○ Estado Democrático de Direito
- ○ (10:28) Dimensões dos direitos fundamentais
- ○ Sentido formal
- ○ Sentido material
- ○ Dimensão objetiva
- ○ Dimensão subjetiva
- ○ (15:18) Acesso à Justiça
- ○ Autotutela
- ○ Tutela jurisdicional
- ○ Assistência judiciária aos necessitados
- ○ Representação judicial
- ○ Mudança do enfoque de acesso à justiça
Aula 09 - Parte 02 - Acesso à Justiça e Direito Sanitário: Acesso à Justiça em Tempos de Crise Sanitária
Aula 09 - Parte 02 - Acesso à Justiça e Direito Sanitário: Acesso à Justiça em Tempos de Crise Sanitária
Dr. Ricardo Emílio Pereira Salviano
- ○ Continuação
- ○ Direito à saúde
- ○ Universalidade
- ○ Equidade
- ○ Integralidade
- ○ (1:42) A descentralização do Sistema Único de Saúde (SUS)
- ○ Sistema tripartite
- ○ Recursos públicos federais
- ○ Recursos públicos estaduais
- ○ Recursos públicos municipais
- ○ (2:44) Conferência Nacional de Saúde
- ○ (7:31) Atribuições dos Comitês Executivos Estaduais e Distritais de Saúde
- ○ (10:08) Fornecimento de medicamentos
- ○ Medicamentos não incorporados ao SUS, mas registrados na ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)
- ○ Medicamentos incorporados ao SUS
- ○ (15:20) Plataforma Nacional
- ○ (17:00) Inclusão de medicamentos inovadores no rol do SUS
- ○ (17:26) Métodos alternativos
- ○ (18:13) Acesso à justiça sanitária
- ○ (21:18) Plano internacional
Aula 10 - Parte 01 - Combatendo o Racismo Institucional: Precisamos Falar sobre Racismo nas Instituições
Aula 10 - Parte 01 - Combatendo o Racismo Institucional: Precisamos Falar sobre Racismo nas Instituições
Dr. Yure Costa
- ○ Apresentação
- ○ (4:25) Letramento racial
- ○ Significado de “letramento”
- ○ (5:18) Uso atual da palavra
- ○ (5:53) Prática de resistência
- ○ (6:02) Disputa pelo conhecimento
- ○ (7:03) Letramento antirracista
- ○ (10:00) Indicação: podcast
- ○ (11:06) Pergunta: Como convencer pessoas sobre a necessidade do letramento racial?
Aula 10 - Parte 02 - Combatendo o Racismo Institucional: Precisamos Falar sobre Racismo nas Instituições
Aula 10 - Parte 02 - Combatendo o Racismo Institucional: Precisamos Falar sobre Racismo nas Instituições
Dr. Yure Costa
- ○ Continuação
- ○ Racismo no Brasil
- ○ (0:42) Definição
- ○ (2:32) Diferença entre preconceito racial e discriminação racial
- ○ (5:03) Dinâmica do racismo
- ○ Indicação: Livro - Políticas da Inimizade - Achille Mbembe
- ○ Nanorracismo: aspectos aparentemente banais
- ○ (9:21) Tipos de racismo
- ○ Indicação: Vídeos
- ○ Projeto InterFaces do Racismo (Defensoria Pública da União)
- ○ (11:14) Pergunta: Como o “nanorracismo” pode ser percebido na realidade brasileira?
Aula 10 - Parte 03 - Combatendo o Racismo Institucional: Precisamos Falar sobre Racismo nas Instituições
Aula 10 - Parte 03 - Combatendo o Racismo Institucional: Precisamos Falar sobre Racismo nas Instituições
Dr. Yure Costa
- ○ Continuação
- ○ Racismo institucional
- ○ Desigualdade racial e funcionamento das instituições
- ○ Indicação: Livro - O Pacto da Branquitude - Cida Bento
- ○ (5:02) Institucionalização do racismo
- ○ (7:12) Práticas aparentemente neutras
- ○ (9:53) Racismo como “fracasso institucional”?
- ○ (11:22) Pergunta: Como se pode perceber o racismo institucional mesmo quando ele não é aparente?
Aula 10 - Parte 04 - Combatendo o Racismo Institucional: Precisamos Falar sobre Racismo nas Instituições
Aula 10 - Parte 04 - Combatendo o Racismo Institucional: Precisamos Falar sobre Racismo nas Instituições
Dr. Yure Costa
- ○ Continuação
- ○ Filtros raciais
- ○ Definição de Lívia Sant’Ana Vaz - Livro: Cotas Raciais
- ○ (1:56) Exemplos nos concursos públicos
- ○ (2:27) Conteúdo das provas
- ○ (3:09) Formação das comissões
- ○ (3:35) Pontuação dos currículos
- ○ (4:21) “Cláusula de barreira”
- ○ (7:48) Outros exemplos
- ○ (11:29) Indicação: relatórios de pesquisa
- ○ (12:07) Pergunta: Como combater o racismo nas instituições das quais você faz parte?
Aula 11 - Parte 01 - Direitos das Pessoas LGBTQIA+: Políticas Públicas e Garantia de Direitos
Aula 11 - Parte 01 - Direitos das Pessoas LGBTQIA+: Políticas Públicas e Garantia de Direitos
Dr. Sérgio Conti
- ○ Apresentação
- ○ (1:47) Conceitos básicos
- ○ Gênero e sexo
- ○ (3:42) Identidade de gênero
- ○ Cisgênero
- ○ Transgênero
- ○ Não-binário
- ○ Outros
- ○ (6:04) Orientação sexual
- ○ Heterossexual
- ○ Homossexual
- ○ Bissexual
- ○ Pansexual
- ○ Assexual
- ○ Outros
- ○ (7:11) Expressão de gênero
- ○ (8:11) Passabilidade e performatividade
- ○ (9:43) Sigla
- ○ LGBTQIA+
- ○ (14:40) Bandeiras
Aula 11 - Parte 02 - Direitos das Pessoas LGBTQIA+: Políticas Públicas e Garantia de Direitos
Aula 11 - Parte 02 - Direitos das Pessoas LGBTQIA+: Políticas Públicas e Garantia de Direitos
Dr. Sérgio Conti
- ○ Continuação
- ○ Origem da discriminação
- ○ Irrelevância → pecado → crime → doença
- ○ (1:45) Histórico do movimento
- ○ (5:16) Direitos
- ○ (8:55) Direito previdenciário
- ○ (11:59) União homoafetiva
- ○ (14:55) Adoção por casais homoafetivos
- ○ (16:35) Retificação civil
- ○ (21:13) Equiparação ao crime de racismo
- ○ (24:55) Doação de sangue
- ○ (28:43) Outros
Aula 11 - Parte 03 - Direitos das Pessoas LGBTQIA+: Políticas Públicas e Garantia de Direitos
Aula 11 - Parte 03 - Direitos das Pessoas LGBTQIA+: Políticas Públicas e Garantia de Direitos
Dr. Sérgio Conti
- ○ Continuação
- ○ Violência
- ○ (2:29) Discriminação
- ○ (4:57) Papel das instituições públicas
- ○ (7:02) Considerações finais
Aula 12 - Parte 01 - Atendimento à Pessoa Idosa e à Pessoa com Deficiência: Políticas Públicas para o Envelhecimento Saudável
Aula 12 - Parte 01 - Atendimento à Pessoa Idosa e à Pessoa com Deficiência: Políticas Públicas para o Envelhecimento Saudável
Dra. Olinda Vicente
- ○ Apresentação
- ○ (2:01) Envelhecimento
- ○ (3:19) Fenômeno global
- ○ (4:10) Fatores
- ○ Redução da taxa de natalidade
- ○ Aumento da expectativa de vida
- ○ Avanços na medicina preventiva e curativa
- ○ (4:36) Processo não-homogêneo
- ○ Fatores
- ○ Genéticos
- ○ Socioeconômicos
- ○ Culturais
- ○ Ambientais
- ○ Comportamentais
- ○ (4:25) Dimensões
- ○ Biológica
- ○ Psicológica
- ○ Social
- ○ (6:13) Circunstâncias
- ○ Idade
- ○ Vivência
- ○ Condições financeiras
- ○ Diversidade
- ○ Composição familiar
- ○ Medo
- ○ (8:45) Envelhecimento saudável
- ○ (9:47) Desafios
- ○ Saúde física
- ○ Polifarmácia
- ○ Saúde mental
- ○ Socioeconômicos
- ○ Geração sanduíche
- ○ Fatores ambientais
- ○ Interações face a face
- ○ Dicas de comunicação
- ○ Linguagem simples
- ○ Levar em conta a história de vida
- ○ Repetir o que foi dito
- ○ Usar técnicas não-verbais
- ○ Chamar pelo nome
- ○ (14:16) Ambiente
- ○ (15:19) Inclusão digital
- ○ (18:10) Etarismo
- ○ Individual
- ○ Institucional
- ○ Cultural
- ○ Impactos
- ○ Autoetarismo
Aula 12 - Parte 02 - Atendimento à Pessoa Idosa e à Pessoa com Deficiência: Políticas Públicas para o Envelhecimento Saudável
Aula 12 - Parte 02 - Atendimento à Pessoa Idosa e à Pessoa com Deficiência: Políticas Públicas para o Envelhecimento Saudável
Dra. Olinda Vicente
- ○ Continuação
- ○ Instrumentos legais de proteção da pessoa idosa
- ○ Convenção Interamericana sobre Proteção dos Direitos Humanos das Pessoas Idosas
- ○ (1:06) Plano Internacional de Madri
- ○ (1:53) Princípios das Nações Unidas para as Pessoas Idosas
- ○ (3:09) Legislação própria do Brasil
- ○ (3:13) Estatuto da Pessoa Idosa
- ○ (7:23) Código Civil
- ○ Tomada de decisão apoiada
- ○ Curatela
- ○ Lesão
- ○ Estado de perigo
- ○ Coação
- ○ Proteção ao patrimônio
- ○ Legítima
- ○ Doações oficiosas
- ○ Colação
- ○ (10:27) Código Penal
- ○ Agravante genérica art. 61, II
- ○ Abandono de incapaz art. 133
- ○ Maus tratos art. 133
- ○ Crimes patrimoniais
- ○ Apropriação indébita
- ○ Estelionato
- ○ Extorsão
- ○ (12:18) Lei 10.741/03 - Crimes específicos do Estatuto da Pessoa Idosa
- ○ Art. 96 - Discriminar pessoa idosa, impedindo ou dificultando acesso a operações bancárias, transporte ou exercício da cidadania por motivo de idade
- ○ Art. 98 - Abandonar a pessoa idosa em hospitais, casas de saúde ou entidades de longa permanência, ou não prover necessidades básicas
- ○ Art. 102 - Apropriar-se ou desviar bens, proventos, pensão ou rendimentos da pessoa idosa
- ○ Art. 103 - Negar acolhimento por recusa da pessoa idosa em outorgar procuração
- ○ (13:16) Código de Defesa do Consumidor
- ○ Hipervulnerabilidade
- ○ Publicidade enganosa
- ○ Práticas comerciais abusivas
- ○ Contratos de adesão
- ○ Direito de arrependimento
- ○ Prevenção e combate ao superendividamento
- ○ (16:28) Violência contra pessoa idosa
- ○ (17:33) Tipos
- ○ Física
- ○ Psicológica ou emocional
- ○ Sexual
- ○ Financeira ou patrimonial
- ○ Negligência
- ○ Abandono
- ○ Autonegligência
- ○ (20:11) Fatores de risco
- ○ Individuais
- ○ Agressor
- ○ Relacionais
- ○ Comunitários e sociais
- ○ (21:33) Combate à violência
- ○ (22:38) Efeitos da violência
- ○ (25:18) Formas de prevenção
- ○ Primária
- ○ Campanhas
- ○ Educação
- ○ Políticas de envelhecimento ativo
- ○ Fortalecimento das redes sociais
- ○ Secundária
- ○ Identificação precoce das situações de risco
- ○ Implementação de intervenções antes que a violência se torne grave ou crônica
- ○ Capacitação de profissionais
- ○ Protocolos de triagem e avaliação
- ○ Programas de apoio a cuidadores
- ○ (28:58) Terciária
- ○ Reduzir as consequências da violência
- ○ Prevenir a recorrência
- ○ Serviço de atendimento especializado aos idosos vítimas de violência
- ○ (29:19) Protocolos de segurança
- ○ (29:35) Acompanhamento longitudinal
- ○ (29:53) Intervenção com os agressores
- ○ (30:19) Desafios e perspectivas futuras no combate à violência contra a pessoa idosa
- ○ Estruturais
- ○ Fragmentação dos serviços
- ○ Recursos limitados
- ○ Insuficiência de capacitação profissional
- ○ (31:42) Oportunidades de atuação para prevenção e combate à violência
- ○ Inovações tecnológicas
- ○ Sistemas de alerta
- ○ Inteligência artificial
- ○ Plataformas digitais
- ○ (32:47) Formas de denunciar a violência
- ○ Sistema de garantia de direitos
- ○ Conselhos de Direitos da Pessoa Idosa
- ○ Ministério Público
- ○ Defensoria Pública
- ○ Poder Judiciário
- ○ Centros de Referência de Assistência Social - CRAS
- ○ Centros de Referência Especializados de Assistência Social - CREAS
- ○ Centros Dia para Idosos
- ○ Instituições de longa permanência
- ○ Atenção primária
- ○ Atenção domiciliar
- ○ Saúde mental
- ○ Segurança pública
- ○ (39:57) Desafios futuros
Aula 13 - Parte 01 - Grupo de Trabalho Mulheres: Direitos das Mulheres - Avanços e Desafios
Aula 13 - Parte 01 - Grupo de Trabalho Mulheres: Direitos das Mulheres - Avanços e Desafios
Dra. Liana Dani
- ○ Apresentação
- ○ Conhecimentos preliminares
- ○ Direito individual
- ○ Direitos coletivos
- ○ Direitos difusos
- ○ Direitos coletivos
- ○ Direitos individuais homogêneos
- ○ Prestação de assistência jurídica em tutela coletiva
- ○ (4:56) Grupos identitários
- ○ (5:57) Políticas públicas
- ○ Identificação do problema
- ○ Agenda
- ○ Elaboração da política pública
- ○ Implementação
- ○ Avaliação
- ○ (11:44) GT Mulheres DPU
- ○ Reconhecimento dos direitos das mulheres
- ○ Monitorar ações de discriminação e violação a esses direitos
- ○ Promover a defesa dos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres
- ○ Disseminar o conhecimento do direito universal à educação, à saúde e à proteção previdenciária
- ○ Fortalecer a participação das mulheres nos espaços de poder e decisão
- ○ Atuar no enfrentamento e combate à violência contra a mulher
- ○ Promover a defesa das mulheres presas e das processadas por subtração internacional de crianças
- ○ (16:46) Como isso é feito?
- ○ No início de cada ano é apresentado o plano de ação do GT, com a programação das atividades e projetos
- ○ Demandas externas são encaminhadas ao longo do ano
- ○ Trabalho realizado em colaboração com outros órgãos da DPU, outros GTs temáticos, DNDH ou DRDHs e Defensorias dos Estados
- ○ Participação e articulação com outras instituições, organizações não governamentais e sociedade civil
- ○ (17:44) Ações e produtos
- ○ Seminário anual da DPU Mulheres, consolidação de espaço jurídico-acadêmico para produção de conhecimento e debates sobre gênero e direitos das mulheres
- ○ Produção de notas técnicas, cartilhas, manuais e manual de linguagem não-sexista
- ○ Engajamento anual no movimento global 21 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres (20 de novembro a 10 de dezembro)
- ○ Atuação em ano eleitoral no enfrentamento à violência política contra mulheres, com participação no Observatório Nacional da Mulher na Política e na Rede Nacional de Procuradorias da Mulher
- ○ Participação em audiências públicas do Poder Legislativo e Executivo Federal
Aula 13 - Parte 02 - Grupo de Trabalho Mulheres: Direitos das Mulheres - Avanços e Desafios
Aula 13 - Parte 02 - Grupo de Trabalho Mulheres: Direitos das Mulheres - Avanços e Desafios
Dra. Liana Dani
- ○ Continuação
- ○ Acompanhamento da Política de Cuidados - Lei 15.069/24
- ○ Perspectiva integral e integrada de políticas públicas que reconheçam a interdependência da relação entre quem cuida e quem é cuidado
- ○ Ações entre setor público e privado para compatibilização entre trabalho remunerado, necessidades de cuidado e responsabilidades familiares
- ○ Promoção do trabalho decente para trabalhadoras e trabalhadores do cuidado, enfrentando precarização e exploração
- ○ Promoção do reconhecimento, redução e redistribuição do trabalho não remunerado do cuidado, realizado primordialmente pelas mulheres
- ○ Promoção de mudança cultural relacionada à organização social do trabalho de cuidado
- ○ (3:13) Integração Política Nacional de Cuidados e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
- ○ Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) aprovados na Assembleia-Geral da ONU em 25 de setembro de 2015, com a finalidade de acabar com a pobreza, proteger o ambiente e promover prosperidade e bem-estar
- ○ https://brasil.un.org/pt-br/sdgs
- ○ ODS 5 - Igualdade de gênero: alcançar igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas, eliminar discriminação e violência, valorizar trabalho não remunerado e garantir direitos econômicos iguais
- ○ Definições
- ○ Cuidado: trabalho cotidiano de produção de bens e serviços necessários à sustentação e reprodução da vida humana, da força de trabalho e da economia
- ○ Organização social do cuidado: forma como Estado, famílias, setor privado e sociedade civil se interrelacionam para prover cuidado
- ○ Múltiplas desigualdades: desigualdades estruturadas em diversas dimensões de exclusão que influenciam a experiência de vida das pessoas e grupos sociais
- ○ Exemplos comparativos
- ○ Trabalhador x empregador na Justiça do Trabalho
- ○ Réu x Estado na esfera criminal
- ○ Consumidor x prestadoras de bens e serviços na esfera consumerista
- ○ (9:06) Diretrizes
- ○ Transversalidade, intersetorialidade, consideração das múltiplas desigualdades e interculturalidade
- ○ Atuação permanente, integrada e articulada das políticas públicas de saúde, assistência social, direitos humanos, educação, trabalho e renda, esporte, lazer, cultura, mobilidade, previdência social e demais políticas que possibilitem acesso ao cuidado ao longo da vida
- ○ (11:38) Gráficos
- ○ Número de horas semanais dedicadas ao trabalho doméstico e de cuidados não remunerado, por sexo, segundo faixas de rendimento - Brasil 2019
- ○ Distribuição da população segundo principal motivo de não ter tomado providências para concluir trabalho, por sexo - Brasil 2021
- ○ Proporção das pessoas em idade ativa que não procuram emprego por responsabilidades de cuidado com filhos, parentes e afazeres domésticos, segundo sexo e idade dos filhos - Brasil 2021
Aula 13 - Parte 03 - Grupo de Trabalho Mulheres: Direitos das Mulheres - Avanços e Desafios
Aula 13 - Parte 03 - Grupo de Trabalho Mulheres: Direitos das Mulheres - Avanços e Desafios
Dra. Liana Dani
- ○ Continuação
- ○ Enfrentamento à violência de gênero
- ○ Segurança Pública
- ○ Lei Maria da Penha 11.340/2006
- ○ Lei Carolina Dieckmann 12.737/2012
- ○ (4:54) Informações interessantes sobre o Código Penal Brasileiro
- ○ (7:16) Lei 14.192/2021
- ○ (9:17) Lei 14.542/2023
- ○ (9:36) Lei 14.899/2024
- ○ (10:14) Outras ações de enfrentamento à violência de gênero
- ○ Programa Mulher Viver sem Violência
- ○ Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios
- ○ Casa da Mulher Brasileira
- ○ Ligue 180
- ○ Casa da Mulher Indígena
- ○ (11:57) Pesquisa: “Redes de apoio e saídas institucionais para mulheres em situação de violência doméstica no Brasil”
- ○ (13:24) Concessão de benefícios
- ○ (14:21) Lei 14.717/2023
- ○ (15:00) DPU nas comunidades
- ○ (16:50) DPU atendimento permanente
- ○ (20:27) Considerações finais
Aula 14 - Parte 01 - Atuação da DPU com Pessoas em Situação de Rua: Políticas Públicas e Garantia de Direitos
Aula 14 - Parte 01 - Atuação da DPU com Pessoas em Situação de Rua: Políticas Públicas e Garantia de Direitos
Dr. Bruno Zanetti
- ○ Apresentação
- ○ Quem são as pessoas em situação de rua?
- ○ Decreto 7.053/2009
- ○ Perfil
- ○ (2:36) Causas
- ○ (4:21) Pesquisas
Aula 14 - Parte 02 - Atuação da DPU com Pessoas em Situação de Rua: Políticas Públicas e Garantia de Direitos
Aula 14 - Parte 02 - Atuação da DPU com Pessoas em Situação de Rua: Políticas Públicas e Garantia de Direitos
Dr. Bruno Zanetti
- ○ Continuação
- ○ Principais leis
- ○ Decreto 7.053/09
- ○ (1:52) Lei 14.489/22
- ○ (3:22) Lei 14.821/24
- ○ (4:20) Programa Bolsa Família
- ○ (5:12) Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental nº 976/23
- ○ (7:25) DPU - atuação
- ○ (8:35) Grupo de Trabalho Rua - GT Rua
- ○ (9:37) Algumas atribuições
- ○ (10:25) Principais projetos
- ○ Mutirões Pop Rua Ajude
- ○ (11:08) Ronda de Direitos Humanos
- ○ (11:34) Bolsas Qualis Rua
- ○ (11:41) Centro Cat Rua
- ○ (11:47) Atendimento itinerante e busca ativa
Aula 15 - Parte 01 - Situação Prisional e o Direito das Pessoas Presas: Direitos Fundamentais das Pessoas Privadas de Liberdade
Aula 15 - Parte 01 - Situação Prisional e o Direito das Pessoas Presas: Direitos Fundamentais das Pessoas Privadas de Liberdade
Dr. Hélio Cabral
- ○ Apresentação
- ○ (5:33) Introdução: aplicação da pena de prisão
- ○ Notícia de um crime - investigação
- ○ Acusação e processo - Ministério Público, Defesa e Juiz
- ○ Cumprimento da pena - recolhimento à prisão e execução da pena
- ○ (11:47) Como funciona a aplicação da prisão no Brasil?
- ○ Princípio fundamental
- ○ Presunção de inocência
- ○ Prisão cautelar (antes da condenação definitiva)
- ○ Prisão em flagrante
- ○ Prisão temporária
- ○ Prisão preventiva
- ○ Prisão definitiva (após a condenação final)
- ○ (16:51) Quem são os presos?
- ○ Presos provisórios
- ○ Presos definitivos
- ○ (17:48) A realidade das prisões no Brasil
- ○ Números que impressionam
- ○ Grave problema de superlotação e o surgimento das facções criminosas
- ○ Para refletir: O que esses números nos dizem sobre nossa sociedade?
- ○ (21:59) Tipos de estabelecimentos prisionais
- ○ Penitenciárias estaduais e colônias agrícolas ou industriais
- ○ Penitenciárias federais
- ○ Regime disciplinar diferenciado (RDD)
Aula 15 - Parte 02 - Situação Prisional e o Direito das Pessoas Presas: Direitos Fundamentais das Pessoas Privadas de Liberdade
Aula 15 - Parte 02 - Situação Prisional e o Direito das Pessoas Presas: Direitos Fundamentais das Pessoas Privadas de Liberdade
Dr. Hélio Cabral
- ○ Continuação
- ○ Como funciona o cumprimento da pena?
- ○ Os regimes de cumprimento
- ○ Regime fechado
- ○ Prisão em penitenciária
- ○ Maior rigor da pena
- ○ Para crimes mais graves
- ○ (2:26) Regime semiaberto
- ○ Trabalha durante o dia
- ○ Dorme na colônia agrícola ou industrial
- ○ Prazo indeterminado
- ○ (4:20) Regime aberto
- ○ Trabalha normalmente
- ○ Fica em casa à noite e nos finais de semana
- ○ Maior liberdade
- ○ (6:37) Direitos das pessoas presas (provisórias ou definitivas)
- ○ Atenção: estar preso NÃO significa perder todos os direitos
- ○ Direitos fundamentais: integridade física e moral
- ○ (8:32) Necessidades básicas
- ○ Alimentação e vestuário adequados
- ○ Trabalho remunerado
- ○ (12:36) Assistência
- ○ Assistência médica e religiosa
- ○ Educação
- ○ Assistência jurídica gratuita (Defensoria Pública)
- ○ (17:44) Contato social
- ○ Visitas de familiares e amigos
- ○ Banho de sol por 2 horas diárias
- ○ Direito de petição: poder reclamar e requerer seus direitos
- ○ (19:17) Benefícios e oportunidades para reduzir a pena
- ○ Trabalho
- ○ Cada 3 dias trabalhados = 1 dia a menos na pena
- ○ Estudo
- ○ Cada 12 horas de estudo em 3 dias de aula = 1 dia a menos de pena
- ○ Leitura
- ○ Cada livro lido por mês = 4 dias a menos de pena
- ○ (20:37) Saídas temporárias
- ○ Visitar família
- ○ Trabalhar
- ○ Estudar
- ○ (22:25) Benefícios maiores
- ○ Livramento condicional: liberdade antecipada, mas vigiada, após início do cumprimento da pena
- ○ Monitorização eletrônica: tornozeleira em vez de prisão
- ○ (23:58) Combate à tortura e às penas degradantes
- ○ O que NÃO pode acontecer
- ○ Violência física ou psicológica
- ○ Condições desumanas de prisão
- ○ Superlotação extrema
- ○ Falta de assistência básica
- ○ Isolamento prolongado sem justificativa
- ○ ADPF 347 - Estado de coisas inconstitucional
- ○ O Supremo Tribunal Federal reconheceu que o sistema prisional brasileiro viola sistematicamente os direitos humanos
- ○ Superlotação, violação massiva e sistemática de direitos e causas estruturais
Aula 16 - Parte 01 - Seguridade Social: Assistência Social - Programas e Políticas Públicas
Aula 16 - Parte 01 - Seguridade Social: Assistência Social - Programas e Políticas Públicas
Dra. Maíra Mesquita
- ○ Apresentação
- ○ Seguridade Social
- ○ Saúde
- ○ Previdência social
- ○ Assistência social
- ○ (1:59) Diferença entre previdência e assistência social
- ○ (2:42) Mapeamento da assistência social
- ○ Cadastro Único (CadÚnico)
- ○ (6:27) Lei nº 15.077/2024
- ○ (8:16) Lei nº 1.577 - Família unipessoal
- ○ (9:29) Resumo do CadÚnico - V7
- ○ (10:03) Qualificação cadastral e interoperabilidade dos sistemas
- ○ (11:25) Renda Básica de Cidadania - CF/88
- ○ Lei nº 10.835/2004
- ○ Lei nº 14.601/2023 - Bolsa Família
- ○ (14:12) Grupos prioritários
- ○ (15:15) Valores
- ○ (17:42) Regra de proteção / transição
- ○ (20:29) Famílias unipessoais
- ○ (22:20) Portaria 879/23 MDS
- ○ (23:05) Algumas questões
- ○ (24:18) Decreto nº 12.064/24
Aula 16 - Parte 02 - Seguridade Social: Assistência Social - Programas e Políticas Públicas
Aula 16 - Parte 02 - Seguridade Social: Assistência Social - Programas e Políticas Públicas
Dra. Maíra Mesquita
- ○ Continuação
- ○ Direito à saúde
- ○ Previsão Constitucional (CF/88)
- ○ (1:02) Pública
- ○ (1:24) Privada
- ○ (1:59) Lei nº 8.080/90 - SUS
- ○ (3:36) Acesso a medicamentos
- ○ PCDT
- ○ Rename
- ○ (5:56) Medicamentos não incorporados ao SUS
- ○ (7:10) Documentação necessária
- ○ (10:16) Competência para fornecimento de medicamentos / tratamentos
- ○ (12:47) Gráfico exemplificativo - competência
Aula 16 - Parte 03 - Seguridade Social: Assistência Social - Programas e Políticas Públicas
Aula 16 - Parte 03 - Seguridade Social: Assistência Social - Programas e Políticas Públicas
Dra. Maíra Mesquita
- ○ Continuação
- ○ Fraudes bancárias
- ○ Empréstimos consignados fraudulentos
- ○ (1:57) Demonstrativos de consignações
- ○ (2:41) Empréstimos consignados - IN 138/2022
- ○ Responsabilidade do INSS
- ○ (3:55) Orientações básicas
- ○ (5:32) Fraudes bancárias de maneira geral
- ○ (6:49) Súmula 479/STJ
- ○ (10:36) Conciliação extrajudicial com a Caixa Econômica Federal
- ○ (11:52) Considerações finais
Aula 17 - Parte 01 - Noções Básicas de Direito Previdenciário
Aula 17 - Parte 01 - Noções Básicas de Direito Previdenciário
Dra. Patrícia Bettin
- ○ Apresentação
- ○ Seguridade social na CF/88
- ○ Artigo 194
- ○ Definição
- ○ (1:03) Dignidade da pessoa humana
- ○ (1:17) Justiça social
- ○ (1:36) Saúde
- ○ (2:17) Previdência social
- ○ (2:32) Assistência social
- ○ (3:15) Classificação / pilares
- ○ Art. 1º CF/88
- ○ Art. 3º CF/88
- ○ Art. 6º CF/88
- ○ Art. 193 CF/88
- ○ (5:02) Previdência social
- ○ Art. 201 CF/88
- ○ (6:46) Legislação previdenciária
- ○ Lei nº 8.213/91
- ○ Decreto nº 3.048/99
- ○ Instrução Normativa do INSS 138/22
- ○ (7:45) Assistência social
- ○ LOAS - Lei nº 8.742/93
- ○ Decreto nº 6.214/07
- ○ Instrução Normativa do INSS 138/22
- ○ (8:23) Segurados
- ○ Obrigatórios
- ○ Facultativos
- ○ (12:37) Período de graça
- ○ Facultativo
- ○ Obrigatório
- ○ (14:31) Dependentes
- ○ Primeira classe (preferencial)
- ○ Segunda classe (pais)
- ○ Terceira classe (irmãos)
- ○ (16:40) Benefícios previdenciários
- ○ Quanto ao segurado
- ○ (17:30) Quanto aos dependentes
- ○ (17:55) Reabilitação profissional
Aula 17 - Parte 02 - Noções Básicas de Direito Previdenciário
Aula 17 - Parte 02 - Noções Básicas de Direito Previdenciário
Dra. Patrícia Bettin
- ○ Continuação
- ○ Aposentadoria por incapacidade permanente (aposentadoria por invalidez)
- ○ (1:19) Quem pode receber
- ○ (1:30) Requisitos
- ○ (2:48) Adicional
- ○ (3:40) Seleção
- ○ (5:12) Duração
- ○ (6:04) Dispensa da perícia médica
- ○ (8:01) Auxílio por incapacidade temporária (auxílio-doença)
- ○ Requisitos
- ○ (9:10) Quem pode receber
- ○ (9:42) Duração
- ○ (10:45) Pedido de restabelecimento do auxílio por incapacidade temporária
- ○ (12:16) Atividades concomitantes
- ○ (14:10) Auxílio-acidente
- ○ Caráter indenizatório
- ○ (15:24) Caráter compensatório
- ○ (15:48) Benefício de Prestação Continuada ao idoso e à pessoa com deficiência
- ○ Requisitos
- ○ Idoso
- ○ (18:08) Deficiência
- ○ (19:06) Conceito de vulnerabilidade
- ○ (19:50) Quem são
- ○ (20:18) Requisito de miserabilidade ou hipossuficiência econômica ou vulnerabilidade econômica
- ○ (22:31) Pontos importantes
- ○ CadÚnico
- ○ (23:24) Registro biométrico
- ○ (24:32) Intransferível
- ○ (25:12) Perícia multidisciplinar
Aula 17 - Parte 03 - Noções Básicas de Direito Previdenciário
Aula 17 - Parte 03 - Noções Básicas de Direito Previdenciário
Dra. Patrícia Bettin
- ○ Continuação
- ○ Como requerer um benefício perante o INSS
- ○ Na maioria das vezes, o benefício pode ser solicitado sem sair de casa
- ○ Aplicativo móvel: Baixe o Meu INSS no Google Play ou Apple Store
- ○ Web: Site do Meu INSS
- ○ Telefone: caso não consiga fazer o pedido online, agende atendimento pelos mesmos canais ou ligue para o telefone 135
- ○ (2:20) Passo-a-passo
- ○ (10:02) Como analisar um extrato de benefício e verificar os descontos
Aula 18 - Parte 01 - Direitos das Pessoas Migrantes, Refugiadas e Apátridas
Aula 18 - Parte 01 - Direitos das Pessoas Migrantes, Refugiadas e Apátridas
Dr. Matheus Nascimento
- ○ Apresentação
- ○ O que veremos hoje?
- ○ Noções gerais sobre migrações e Direito Migratório
- ○ Lei 13.445/2017 - Lei de Migração
- ○ Lei 9.474/1997 - Estatuto dos Refugiados
- ○ Direitos dos imigrantes no Brasil
- ○ Direitos das crianças e adolescentes migrantes
- ○ (0:57) Noções gerais sobre migrações e Direito Migratório
- ○ “Ninguna persona es ilegal”
- ○ (2:13) Conceitos básicos
- ○ (2:37) Não nacional: pessoa que não é brasileira (evitar: estrangeiro, alienígena)
- ○ (3:31) Visitante: pessoa não nacional que vem ao Brasil por pouco tempo, sem intenção de residir
- ○ (3:52) Imigrante: pessoa não nacional que vem ao Brasil
- ○ (4:45) Emigrante: brasileiro que se estabelece temporária ou definitivamente no exterior
- ○ (5:15) Residente fronteiriço: não nacional que reside em município limítrofe de país vizinho
- ○ (6:22) Migrantes forçados
- ○ (6:57) Refugiados
- ○ Forçados a deixar seu país por risco à vida ou integridade física
- ○ Não podem retornar ao país de origem
- ○ Não contam com proteção estatal de origem
- ○ Direito à flexibilização de exigências documentais no Brasil
- ○ Lei nº 9.474/97
- ○ (9:00) Apátridas: pessoas que não possuem nacionalidade
- ○ (10:41) Benefícios de acolhida humanitária
- ○ País de origem em grave instabilidade institucional, conflito armado, calamidade ou violação de direitos humanos
- ○ Reconhecimento por ato infralegal
- ○ Exemplo: nacionais ou residentes no Haiti
- ○ (12:15) Deslocados ambientais / climáticos
- ○ Forçados a deixar residência por estresse ambiental ou mudanças climáticas
- ○ (13:27) Deslocados internos
- ○ Permanecem dentro do próprio país
- ○ Exemplo: vítimas do crime organizado no RJ
- ○ (14:38) Dados estatísticos do Brasil no cenário migratório
- ○ População total: 212,6 milhões (IBGE, 2024)
- ○ População de imigrantes: 1,7 milhão
- ○ Refugiados: 146 mil reconhecidos, 450,7 mil solicitantes
- ○ População emigrante: aprox. 4,9 milhões
- ○ Top 5 destinos: EUA, Portugal, Paraguai, Reino Unido, Japão
- ○ Brasil como país de origem, destino e trânsito
- ○ (18:25) Lei 13.445/2017 - Lei de Migração
- ○ Lei antiga: Estatuto do Estrangeiro (Lei nº 6.815/80)
- ○ Lei autoritária, da época da ditadura
- ○ Imigrante visto como ameaça à segurança nacional
- ○ Ausência de devido processo legal
- ○ Ausência de participação social
- ○ Ausência de previsão específica de direitos
- ○ (19:48) Nova Lei de Migração (Lei nº 13.445/2017)
- ○ Não criminalização da migração
- ○ Proibição de prisão por razões migratórias
- ○ Proibição de deportações e expulsões coletivas
- ○ Acolhida humanitária e reunião familiar como princípios
- ○ Acesso pleno a direitos sem discriminação
- ○ Migrante como sujeito de direitos
- ○ Devido processo legal migratório
- ○ (23:37) Principais inovações
- ○ Garantia de ampla defesa em repatriação, deportação e expulsão
- ○ Autorizações de residência com caráter objetivo
- ○ Isenção de taxas e multas para pessoas vulneráveis
- ○ Resumo: processo migratório justo
Aula 18 - Parte 02 - Direitos das Pessoas Migrantes, Refugiadas e Apátridas
Aula 18 - Parte 02 - Direitos das Pessoas Migrantes, Refugiadas e Apátridas
Dr. Matheus Nascimento
- ○ Continuação
- ○ Lei 9.474/1997 - Estatuto dos Refugiados
- ○ Caso especial ou subsistema migratório próprio (migração forçada)
- ○ (1:00) Qualquer pessoa pode pedir refúgio, mesmo sem todos os documentos
- ○ Solicitação apresentada “com os documentos que possuir”
- ○ (1:45) Autorização provisória de residência ao solicitante
- ○ Reconhecimento como refugiado gera autorização definitiva
- ○ (2:01) Direitos idênticos aos dos imigrantes
- ○ Garantia de documento de viagem
- ○ Proteção internacional contra expulsão ou extradição
- ○ Flexibilização na apresentação de documentos do país de origem
- ○ (3:09) Conceito de refugiado
- ○ Estar fora do país de nacionalidade
- ○ Temor fundado de perseguição por raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opinião política
- ○ (3:57) Definição ampliada
- ○ Grave e generalizada violação de direitos humanos
- ○ Declaração de Cartagena e art. 1º, III, da Lei 9.474/97
- ○ (5:23) Direitos dos imigrantes no Brasil
- ○ Art. 4º da Lei de Migração
- ○ Princípio constitucional da igualdade
- ○ Direito à reunião familiar com cônjuge, companheiro, filhos e dependentes
- ○ (7:28) Direito de enviar dinheiro ao exterior
- ○ (8:02) Direito de acesso a serviços públicos de saúde, assistência social e previdência
- ○ (9:18) Direito de acesso à justiça e à assistência jurídica integral e gratuita
- ○ (10:33) Direito à educação pública, sem discriminação
- ○ (11:01) Direito ao cumprimento de obrigações trabalhistas e aplicação das normas de proteção ao trabalhador
- ○ (12:03) Direito de abertura de conta bancária
- ○ (12:33) Direitos das crianças e adolescentes migrantes
- ○ Documentário “Crianças sozinhas na América”
Aula 18 - Parte 03 - Direitos das Pessoas Migrantes, Refugiadas e Apátridas
Aula 18 - Parte 03 - Direitos das Pessoas Migrantes, Refugiadas e Apátridas
Dr. Matheus Nascimento
- ○ Continuação
- ○ Proteção das crianças e adolescentes migrantes
- ○ Crianças e adolescentes representam 40% das pessoas obrigadas a fugir no mundo (30,8 mi - ACNUR, 2025)
- ○ Direito à proteção e assistência humanitária (art. 22 da Convenção sobre os Direitos da Criança)
- ○ Direitos em razão da condição migratória da criança (Opinião Consultiva n. 21/2024 - Corte Interamericana de Direitos Humanos)
- ○ Proteção integral
- ○ Reunião familiar
- ○ Proibição de prisão por deportação
- ○ Proibição de devolução em caso de risco no país de origem
- ○ Exemplo: dispensa de visto para crianças haitianas em caso de demora na reunificação familiar (STF, RE 1523745 AgR, Rel. Min. Luiz Fux, j. 12/03/2025)
- ○ (4:37) Resolução Conanda nº 232/2022
- ○ Possibilita atuação da DPU na representação de crianças e adolescentes separados ou desacompanhados em ponto de fronteira (art. 10, §2º)
- ○ Representação exclusiva para fins migratórios, podendo se estender a solicitação de documentos e atos de proteção (art. 16)
- ○ Procedimento envolve “Formulário de Análise de Proteção”
- ○ Não substitui atuação do Conselho Tutelar, Juízo e Promotoria da Infância e Juventude
- ○ (7:38) Público-alvo da Resolução nº 232/2022
- ○ Criança ou adolescente desacompanhado: sem adulto responsável no ingresso ao território nacional
- ○ Criança ou adolescente separado: acompanhado por adulto sem poder familiar
- ○ Criança ou adolescente indocumentado: sem documentação que comprove identidade ou filiação
- ○ (10:36) Operação Acolhida
- ○ Exposição: Fronteiras da Infância
- ○ (12:41) Desafio para o futuro: Política Nacional Migratória
- ○ Art. 120 - Coordenação e articulação de ações setoriais pelo Poder Executivo Federal, em cooperação com Estados, DF e Municípios
- ○ Participação de organizações da sociedade civil, organismos internacionais e entidades privadas
- ○ (14:13) Encerramento
Aula 19 - Parte 01 - Direito dos Povos Indígenas
Aula 19 - Parte 01 - Direito dos Povos Indígenas
Dra. Diana Freitas
- ○ Apresentação
- ○ (0:52) Para começo de conversa
- ○ Povos indígenas
- ○ (3:44) Quem são os indígenas no Brasil de hoje?
- ○ Índio ou indígena?
- ○ (7:00) Ser índio é ser Brasil
- ○ (8:07) Tribos ou etnias
- ○ (9:41) Existe um fenótipo indígena?
Aula 19 - Parte 02 - Direito dos Povos Indígenas
Aula 19 - Parte 02 - Direito dos Povos Indígenas
Dra. Diana Freitas
- ○ Continuação
- ○ Índio pode ter iPhone?
- ○ (3:59) Direitos indígenas
- ○ Direito à terra
- ○ (8:26) Direito ao registro civil e ao nome
- ○ (10:44) Direito à educação
- ○ (11:54) Direito à saúde
- ○ (12:30) Direito à previdência e à assistência social
Aula 19 - Parte 03 - Direito dos Povos Indígenas
Aula 19 - Parte 03 - Direito dos Povos Indígenas
Dra. Diana Freitas
- ○ Continuação
- ○ Lutas dos povos indígenas
- ○ Demarcação já!
- ○ (3:53) Não ao marco temporal!
Aula 19 - Parte 04 - Direito dos Povos Indígenas
Aula 19 - Parte 04 - Direito dos Povos Indígenas
Dra. Diana Freitas
- ○ Continuação
- ○ Instituições de defesa dos direitos indígenas
- ○ Defensoria Pública da União
- ○ (2:15) Funai - Ministério da Justiça
- ○ (3:47) Defensoria Pública do Distrito Federal
- ○ (5:02) Ministério Público Federal - MPF
- ○ (6:42) Encerramento
Protocolo de Gerenciamento do Conhecer Direito
Leve educação em direitos para onde ela realmente transforma vidas: Escolas, comunidades e em qualquer ambiente.
O Projeto Conhecer Direito é uma iniciativa gratuita, on-line e estruturada para fortalecer a cidadania ativa, aproximando direitos e deveres da realidade das pessoas, com linguagem acessível, conteúdo jurídico-social aplicado e certificação de 70 horas.
Desenvolvido pelas Defensorias Públicas do DF e da União, o projeto pode ser implementado em escolas e comunidades como atividade pedagógica, interdisciplinar ou complementar, contribuindo para a formação crítica, a prevenção de conflitos e o exercício consciente da cidadania.
Este material apresenta o protocolo completo para que instituições, educadores e lideranças comunitárias possam replicar o projeto e ampliar, de forma concreta, o acesso à justiça e à educação em direitos.
Materiais Complementares e Plataformas
São diversos materiais produzidos com base na vivência institucional, trazendo informação qualificada e em linguagem simplificada.
Trilhas de Atendimento
Material estruturado que apresenta, de forma aprofundada e sistematizada, o funcionamento dos Núcleos da Defensoria, reunindo 17 edições voltadas às áreas estratégicas da Instituição.
Cartilhas Temáticas
Dezenas de cartilhas já publicadas, abordando os temas mais recorrentes do cotidiano, redigidas em linguagem simples e acessível tanto à população quanto ao público interno da DPDF.
Você não sabe? A Defensoria te ensina
300 perguntas e respostas sobre os direitos e deveres da população, com edições que incluem jurisprudência qualificada para o público interno.
Roteiros de Conhecimento
O Roteiros de Conhecimento sistematiza, de forma didática e acessível, o funcionamento da DPDF, reunindo conteúdos sobre direitos e deveres, cartilhas, ações institucionais, produções e plataformas educacionais da Defensoria.
Nossa escola EaD
Dezenas de cursos com certificação online disponíveis para você. Cadastre-se e comece agora.
Painel de Inteligência Processual
Ambiente estratégico para atuação recursal, reunindo teses qualificadas, jurisprudência atualizada e integração com o Centro de Inteligência do TJDFT.
Banco de Peças (SIT)
Sistema Integrado de Trabalho: mais de 10.800 peças jurídicas com DNA Defensorial à sua disposição.
Revista DPDF
A Revista da Defensoria Pública do Distrito Federal (RDPDF) difunde conhecimento por meio da publicação de artigos científicos de autores nacionais e estrangeiros, vinculados à academia e ao sistema de justiça, além de divulgar peças processuais, pareceres, produção literária e estudos, pesquisas, práticas e inovações relacionadas à atuação da Defensoria Pública.
